El Corte Inglés acorda com Mutua para entrar em bolsa até 2028

O El Corte Inglés chegou a acordo com a Mutua para entrar em bolsa no máximo daqui a seis anos, em 2028. O compromisso auspicioso poderá custar uma penalização para a retalhista em caso de incumprimento.

André Manuel Mendes

O El Corte Inglés chegou a acordo com a Mutua para entrar em bolsa no máximo daqui a seis anos, em 2028. O compromisso auspicioso poderá custar uma penalização para a retalhista em caso de incumprimento.

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Conforme revelam fontes financeiras próximas do assunto, citadas por ‘Expansión’, este acordo envolve um investimento do Grupo Mutua de mais de 1.100 milhões de euros, através de duas operações: 550 milhões para adquirir 50,01% das duas empresas que integram a subsidiária seguradora do El Corte Inglés, SECI (Seguros de Vida e Acidentes) e CESS (Corretora de Seguros); e 555 milhões para adquirir 8% de participação na retalhista.

A avaliação da empresa seria então inferior a 7.000 milhões de euros, um valor fortemente impactado pela crise pandémica mundial.

O investimento feito pela Mutua permitirá ao El Corte Inglés reduzir a dívida do grupo, que ascendeu aos 4.363 milhões de euros em maio passado, revela a mesma fonte.

“O acordo prevê a manutenção da marca Seguros El Corte Inglés, projeção internacional e a criação de produtos inovadores e avançados que se adaptam às necessidades dos clientes”, afirmaram as empresas em comunicado, garantindo ainda que serão mantidos 100% dos postos de trabalho.

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O El Corte Inglés convocou uma Assembleia Geral Extraordinária de acionistas para o próximo dia 26 de janeiro com o objetivo de dar ‘luz verde’ à entrada da Mutua na participação do El Corte Inglés.

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