O El Corte Inglés chegou a acordo com a Mutua para entrar em bolsa no máximo daqui a seis anos, em 2028. O compromisso auspicioso poderá custar uma penalização para a retalhista em caso de incumprimento.
Conforme revelam fontes financeiras próximas do assunto, citadas por ‘Expansión’, este acordo envolve um investimento do Grupo Mutua de mais de 1.100 milhões de euros, através de duas operações: 550 milhões para adquirir 50,01% das duas empresas que integram a subsidiária seguradora do El Corte Inglés, SECI (Seguros de Vida e Acidentes) e CESS (Corretora de Seguros); e 555 milhões para adquirir 8% de participação na retalhista.
A avaliação da empresa seria então inferior a 7.000 milhões de euros, um valor fortemente impactado pela crise pandémica mundial.
O investimento feito pela Mutua permitirá ao El Corte Inglés reduzir a dívida do grupo, que ascendeu aos 4.363 milhões de euros em maio passado, revela a mesma fonte.
“O acordo prevê a manutenção da marca Seguros El Corte Inglés, projeção internacional e a criação de produtos inovadores e avançados que se adaptam às necessidades dos clientes”, afirmaram as empresas em comunicado, garantindo ainda que serão mantidos 100% dos postos de trabalho.
O El Corte Inglés convocou uma Assembleia Geral Extraordinária de acionistas para o próximo dia 26 de janeiro com o objetivo de dar ‘luz verde’ à entrada da Mutua na participação do El Corte Inglés.














