“É presencialmente que as escolas têm de funcionar e foi para isso que nos preparámos”, diz ministro da educação

O ministro da educação, Tiago Brandão Rodrigues, afirmou esta segunda-feira na visita a uma escola de Felgueiras que o ensino presencial é o preferido e pais, alunos e professores, esperando que essa seja uma realidade para continuar. 

Simone Silva

O ministro da educação, Tiago Brandão Rodrigues, afirmou esta segunda-feira na visita a uma escola de Felgueiras, para assinalar o arranque do segundo período, que o ensino presencial é o preferido de pais e alunos, esperando que essa seja uma realidade para continuar.

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“Sabemos que agora as turmas já não serão confinadas em caso de contactos de risco, agora quem irá para casa serão unicamente os casos positivos e possíveis coabitantes, o que muda completamente o paradigma”, disse em declarações aos jornalistas.

No entanto, o responsável sublinhou que “é muito importante que após a vacinação das crianças, docentes e não docentes e do reforço da testagem estejam criadas mais condições para que o resto do ano letivo possa ser feito presencialmente, como todos verdadeiramente desejamos”.

“A vontade das crianças, a vontade dos pais, a vontade de todos os que trabalham na comunidade escolar, demonstra efetivamente que é presencialmente que as nossas escolas têm de funcionar e foi para isso que nos preparámos e que estamos à espera que aconteça”, disse.

Adicionalmente, Tiago Brandão Rodrigues destacou que “a vacinação foi absolutamente essencial para termos um paradigma diferente” e recordou que no primeiro período de 2020 “tivemos cerca de 16 mil casos positivos, este ano tivemos sete mil, o que demonstra que a vacinação foi muito efetiva”.

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“Temos mais condições para que verdadeiramente, com esta nova variante, tenhamos garantias para avançar com o ensino presencial e, não só na escola mas no resto da sociedade, podermos ter uma convivialidade ainda assim diferente do que aquela que tivemos em determinados momentos”, reiterou.

Sobre a falta de docentes, o responsável sublinhou que “temos um conjunto de 120 mil professores no país, e como sabem existem baixas”, disse referindo-se à notícia hoje avançada que dava conta de 100 horários por preencher.

“Em 120 mil professores, entendo que não é um número muito exagerado termos 100 que neste momento  no país estão de baixa, e que tenhamos de recorrer a uma substituição, mas isso não significa que esses alunos estejam sem professor desde o início do ano”, esclarece.

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