Uma pessoa com idade entre dos 40 e os 49 anos e outra entre os 80 e os 89 morreram no ano passado devido a erros em processo de transfusão de sangue ou produtos derivados.
Os números são revelados pelo “Relatório de Atividade Transfusional e Sistema Português de Hemovigilância 2021”, elaborado pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação, a que o ‘Correio da Manhã’ teve acesso.
A análise demonstra também que, dos erros comunicados pelas unidades onde se realizam transfusões, oito relacionaram-se com a administração da unidade sanguínea errada, sete prenderam-se com falhas ao nível da identificação do paciente e cinco estiveram relacionados com a aplicação do tipo de sangue incorreto.
O documento registou, em 2021, 310.727 dádivas de sangue, no total de 235.178 doadores. Desses, 34.537 doaram sangue pela primeira vez. Mais de 56 mil dádivas foram recusadas após triagem clínica.
Foram também identificados 273 casos de reações adversas pelos recetores da transfusão.














