O Ministério da Educação (ME) já publicou em Diário da República (DR) as portarias com as vagas dos concursos interno e externo dos professores, num total de mais de 8.600 vagas apuradas, segundo um comunicado enviado às redações.
«O número de vagas disponíveis cresceu relativamente aos anteriores. Para o concurso interno, foram apuradas 6 237 vagas, enquanto que para o concurso externo foram apuradas 2 455 vagas», num total de cerca de 8.692.
A tutela revela, na mesma nota, que «além de se manter a tramitação integral do procedimento pela plataforma eletrónica, como tem sido prática, o Ministério da Educação assegura ainda a receção de todos os documentos por via digital».
Concretamente falando do concurso interno, «foram apuradas 6 237 vagas, o que representa um crescimento de lugares disponíveis para professores do quadro (necessidades permanentes)», revela o ME, adiantando que «os lugares disponíveis em cada escola foram apurados na sequência de um trabalho de recenseamento detalhado, levado a cabo pelos diretores dos Agrupamentos de Escola/Escolas Não Agrupadas (AE/ENA)».
«Tendo sido objeto de verificação, o Ministério da Educação (ME) procedeu a correções quando tal se mostrou justificável, garantindo-se desta forma uma gestão otimizada dos recursos humanos e das necessidades do sistema», adianta ainda.
Quanto ao concurso externo, «a portaria com as vagas destinadas a educadores de infância e a professores dos ensinos básico e secundário, para o ano letivo de 2021/2022, inclui as vagas para os docentes das componentes técnico-artísticas do ensino artístico especializado».
«Este ano o concurso é aberto para 2 424 vagas de quadro de zona pedagógica, um aumento de 278% no número de vagas em relação ao ano passado. De igual modo, foi fixada uma dotação de 31 vagas para o ensino artístico especializado da música e da dança, mais 4 do que no ano anterior», revela o ME.
O objetivo deste concurso passa pelo «preenchimento de vagas existentes nos quadros de zona pedagógica, bem como pelo preenchimento de necessidades temporárias através de mobilidade interna, de contratação inicial e das consequentes reservas de recrutamento».
«O ano letivo de 2021/2022 iniciará com o corpo docente mais estabilizado e com um sistema mais ajustado às necessidades permanentes determinadas pelas escolas», acrescenta o comunicado, sublinhando ainda que «o acesso aos quadros de professores bem como a gestão rigorosa das movimentações, representa mais justiça no sistema e o reforço do combate à precariedade».














