O início do julgamento do ativista antirracista Mamadou Ba foi esta quarta-feira adiado devido à greve dos funcionários judiciais.
O início do julgamento do ativista antirracista Mamadou Ba foi esta quarta-feira adiado devido à greve dos funcionários judiciais.
Durante o período da manhã foi também adiado, pela mesma razão, uma sessão da repetição do julgamento do processo Aquiles, relacionado com tráfico de cocaína e em que são arguidos dois ex-inspetores da Polícia Judiciária.
O ativista antirracista Mamadou Ba ia hoje começar a ser julgado por difamação, publicidade e calúnia, num processo colocado pelo militante neonazi Mário Machado e no qual Ba conta com a ex-ministra Francisca Van Dunem como testemunha.
Em 27 outubro passado, foi tornado público que o ativista antirracismo Mamadou Ba ia a julgamento por difamação do ex-dirigente do movimento “Hammerskins Portugal” Mário Machado, após decisão do juiz de instrução criminal Carlos Alexandre, que proferiu um despacho de pronúncia para julgamento em tribunal singular “nos exatos termos” da acusação do Ministério Público (MP).













