Ao contrário do que aconteceu nas creches, que retomaram actividade dia 18 de Maio após a realizados de testes de despiste à Covid-19, não haverá rastreio aos profissionais dos jardins de infância, que reabrem a 1 de Junho, noticia o “Correio da Manhã” (CM).
O “CM” adianta que são esperadas mais de 240 mil crianças e 20 mil educadores e auxiliares da educação Pré-escolar (dos três aos seis anos) na próxima segunda-feira na reabertura dos estabelecimentos de ensino público e privados.
Em declarações ao “CM”, o director-executivo da Associação de Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo, Rodrigo Queiroz e Mello, admitiu: «Não sabemos se vale a pena fazer os testes, isso tem de ser a autoridade de saúde a decidir. Mas uma vez que metade dos estabelecimentos são privados, nem nos passa pela cabeça que, a haver testes, não sejam para todos». Uma coisa é certa: nesta fase, já não acredita que «haja tempo» para testes.
O jornal adianta que o Ministério da Educação não se pronunciou sobre o assunto.
Portugal contabiliza, neste momento, 1.342 óbitos associados à Covid-19 e 31.007 casos confirmados de infecção, segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde.
O país entrou no dia 3 de Maio em situação de calamidade devido à pandemia de Covid-19, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de Março. Esta nova fase prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância activa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.
A nível global, a pandemia do novo coronavírus já matou mais de 350 mil pessoas em todo o mundo, mais de três quartos na Europa e nos Estados Unidos, e provocou 5.589.389 casos de infecção, segundo um balanço da agência “France-Presse”, baseado em dados oficiais.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.














