Bolsa de Nova Iorque em alta após anúncio de sanções contra Irão

A bolsa em Wall Street negociava em alta no início da sessão, após os EUA anunciarem novas sanções contra o Irão, ao mesmo tempo em que as negociações comerciais entre autoridades americanas e canadianas chegam a um impasse.

Executive Digest com Lusa

A bolsa em Wall Street negociava em alta no início da sessão, após os EUA anunciarem novas sanções contra o Irão, ao mesmo tempo em que as negociações comerciais entre autoridades americanas e canadianas chegam a um impasse.

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Pelas 14:45 (hora de Lisboa), o industrial Dow Jones avançava 0,07% para 53.453,19 pontos, enquanto o agregado S&P 500 ganhava 0,38% para 7.682,25 pontos.

Já o tecnológico Nasdaq subia 0,81% para 26.190,97 pontos.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, anunciou novas sanções contra o Irão e alertou que os países que continuassem a fazer negócios com a República Islâmica enfrentariam retaliações.

Por outro lado, o Canadá anunciou que divulgará tarifas de retaliação contra os EUA, após uma acentuada deterioração das relações nesta semana, com o Presidente Donald Trump a exigir, na segunda-feira, que os líderes canadianos “se alinhassem” e hoje a afirmar estar a considerar mudar o nome do Lago Ontário para “Lago América”.

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O primeiro-ministro Mark Carney acusou Washington de tentar subjugar o seu vizinho do norte e aliado de longa data, afirmando que o Canadá talvez precise abandonar a estratégia de equiparar as tarifas dos EUA dólar por dólar e, em vez disso, adotar medidas de retaliação mais específicas, voltadas para a proteção de trabalhadores e empresas canadianas.

Trump também ameaçou impor novas tarifas de 50% sobre veículos, peças de automóveis e aço do Canadá, enquanto Carney declarou que as exigências comerciais dos EUA demonstravam a intenção de Washington de “destruir” as suas principais indústrias.

Além disso, esta semana decorre o simpósio de Jackson Hole, um evento anual organizado pela Reserva Federal de Kansas City, onde o novo presidente da Fed, Kevin Warsh, vai discursar, na sexta-feira.

Warsh tem insistido que deseja dar menos pistas aos mercados financeiros sobre as futuras decisões da Fed em relação às taxas de juros, na esperança de que os mercados reajam mais aos dados económicos e de inflação à medida que são divulgados do que aos sinais emitidos pela instituição.

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