Bolsas europeias abrem negativas atentas ao Médio Oriente

As bolsas europeias dão hoje continuidade à tendência de queda do final da sessão de terça-feira e abriram em terreno negativo, com os investidores atentos ao Médio Oriente e com receio de uma bolha no setor da IA.

Executive Digest com Lusa

As bolsas europeias dão hoje continuidade à tendência de queda do final da sessão de terça-feira e abriram em terreno negativo, com os investidores atentos ao Médio Oriente e com receio de uma bolha no setor da IA.

Pelas 08:35 em Lisboa, o EuroStoxx 600 perdia 0,67% para 641,95 unidades.

Pela mesma hora, Frankfurt desvalorizava 1,01%, Madrid perdia 0,83%, Paris caia 0,76%, Londres recuava 0,73% e Milão contraía 0,52%.

Durante o dia de hoje, serão divulgadas as atas da reunião do comité da Reserva Federal (Fed) realizada em junho — embora os efeitos concretos só devam chegar ao mercado na quinta-feira, uma vez que a sua publicação ocorrerá apenas após o encerramento das praças europeias.

Os investidores voltam-se hoje para o Médio Oriente, depois de novos ataques dos Estados Unidos da América contra posições iranianas no estreito de Ormuz, numa retaliação aos ataques da Guarda Revolucionária contra navios mercantes.

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Esta incerteza voltou a aumentar o preço do barril de petróleo, e o Brent para entrega em setembro chegou a crescer mais de 3%, tocando nos 76,47 dólares, enquanto o WTI subia 3,05% para 72,59 dólares.

Na terça-feira, Wall Street fechou em baixa, com os títulos dos setores dos semicondutores e dos equipamentos de redes de comunicação a liderarem as quedas, enquanto o setor energético teve o melhor desempenho.

O Dow Jones perdeu 0,25%, o S&P 500 recuou 0,45% e o Nasdaq baixou 1,16%.

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) atualiza hoje as perspetivas económicas mundiais, depois de ter, em abril, previsto um crescimento global de 3,1% e uma inflação global próxima de 4,4%.

A cimeira dos países da NATO continua hoje em Ancara, na Turquia, depois de terem sido anunciadas na terça-feira novas aquisições militares no valor de 50.000 milhões de dólares (43,7 mil milhões de euros).

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