Termina esta segunda-feira o prazo para a apresentação de candidaturas aos concursos de colocação de professores para o ano letivo 2026/2027, um momento-chave no calendário escolar português. O processo é conduzido pela Direção-Geral da Administração Escolar, responsável pela gestão das colocações nas escolas públicas.
Com o fecho das candidaturas, entra-se agora numa fase decisiva que irá determinar a distribuição de docentes por todo o país.
Um processo que envolve milhares de docentes
Todos os anos, milhares de professores — dos quadros e contratados — participam nestes concursos, que definem colocações, mobilidades internas e aproximações à residência.
Para muitos, este momento representa mudanças significativas, tanto a nível profissional como pessoal, podendo implicar deslocações para outras regiões.
Sistema continua sob pressão
O encerramento do prazo acontece num contexto em que persistem dificuldades estruturais na colocação de professores, sobretudo em zonas como Lisboa e Vale do Tejo ou o Algarve, e em áreas disciplinares específicas.
A escassez de docentes e o envelhecimento da classe continuam a ser apontados como desafios centrais para o sistema educativo.
Próximo passo: listas de colocação
Segue-se agora a fase de validação e análise das candidaturas por parte da DGAE, que culminará com a publicação das listas de colocação.
Este momento será determinante para perceber se as escolas conseguem iniciar o ano letivo com equipas completas ou se se repetem situações de falta de professores.
Arranque do ano letivo em jogo
O calendário destes concursos tem impacto direto no funcionamento das escolas. Atrasos ou constrangimentos no processo podem traduzir-se em turmas sem aulas nas primeiras semanas.
Por isso, as próximas semanas serão decisivas para garantir maior estabilidade no arranque do ano letivo 2026/2027.














