A aguardada cimeira anual do G7 está prestes a começar, com os líderes de sete das nações mais industrializadas do mundo a reunirem-se na região de Apúlia, em Itália, desde hoje até ao dia 15 de junho.
O G7, composto pela Alemanha, Canadá, EUA, França, Itália (que assegura a presidência em 2024), Japão e Reino Unido, receberá também representantes da União Europeia, incluindo o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Além disso, estão entre os convidados especiais líderes de várias outras nações, como o Papa Francisco, o rei da Jordânia e os chefes de estado da Índia, Brasil e Turquia.
A função central do G7 é a promoção de discussões anível internacional, especialmente sobre as questões económicas globais. Este agrupamento, justamente por reunir grandes potências em termos económicos, possui grande centralidade nas decisões do planeta.
O encontro vai decorrer no luxuoso resort Borgo Egnazia, e será marcado por discussões abrangentes como a relação com África, as alterações climáticas, o desenvolvimento, conflitos no Médio Oriente e na Ucrânia, migração, ou o papel da Inteligência Artificial.
Um dos principais pontos de discussão será a possível utilização dos lucros gerados pelos ativos russos congelados no Ocidente para a reconstrução da Ucrânia.
O primeiro dia será dedicado a debates sobre África, alterações climáticas, Médio Oriente e Ucrânia, com a participação do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. O segundo dia incluirá discussões sobre imigração, segurança económica, relações com o Indo-Pacífico, entre outros, culminando em sessões sobre o Mediterrâneo, energia e África, com a participação de parceiros externos.
Embora oficialmente agendada até sábado, dia 15, a cimeira verá a partida do presidente dos EUA, Joe Biden, na noite de sexta-feira. O encerramento oficial ocorrerá com uma conferência de imprensa liderada pela primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, e reuniões bilaterais finais entre os líderes restantes.








