A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com as ações da Greenvolt e da EDP Renováveis a subirem 1,50% para 7,80 euros e 1,13% para 18,32 euros.
Cerca das 09:15 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e avançava 0,22% para 6.519,68 pontos, com nove ‘papéis’ a subir de cotação, cinco a descer e dois a manter (Ibersol em 6,68 euros e Mota-Engil em 4,26 euros).
Às ações da Greenvolt e da EDP Renováveis seguiam-se as da Galp, Altri e Navigator, que se valorizavam 0,89% para 13,60 euros, 0,86% para 4,69 euros e 0,78% para 3,63 euros.
Outras ações que subiam eram as da Corticeira Amorim e NOS, que ganhavam 0,75% para 9,37 euros e 0,49% para 3,25 euros.
Também a subir estavam as ações da Semapa e da EDP, que se valorizavam 0,30% para 13,24 euros e 0,07% para 4,60 euros.
Em sentido contrário, as ações do BCP e da Jerónimo Martins eram as que mais recuavam, estando ambas a descer 0,34% para 0,29 euros e 23,36 euros.
As ações dos CTT, REN e Sonae desvalorizavam-se respetivamente 0,28% para 3,55 euros, 0,21% para 2,43 euros e 0,05% para 0,92 euros.
As principais bolsas europeias estavam hoje em alta, com os investidores otimistas com descida dos juros apesar de o Banco Central Europeu (BCE) não estar ainda a considerar quaisquer reduções das taxas de juro.
A sessão de hoje deverá ser altamente volátil, com o vencimento quádruplo dos derivados trimestrais sobre ações e índices (opções e futuros).
Na quinta-feira, o BCE, em linha com as expectativas, manteve as taxas inalteradas, num contexto de moderação contínua dos dados sobre a inflação.
No entanto, o conselho do BCE (ao contrário da Fed) não debateu o início dos cortes nas taxas e afirmou que as taxas de juro permanecerão em níveis suficientemente restritivos durante o tempo necessário.
Hoje, o mercado estará também atento aos PMI da zona euro, de França, da Alemanha, do Reino Unido e dos EUA.
Wall Street fechou na quinta-feira a verde, com o Dow Jones a atingir um segundo novo máximo histórico consecutivo, depois de a Reserva Federal (Fed) ter indicado na quarta-feira que planeia baixar as taxas de juro no próximo ano.
A Bolsa de Tóquio encerrou hoje com uma queda de 0,73% do seu principal indicador, o Nikkei, pesada pela valorização do iene face ao dólar, prejudicial aos interesses dos grandes exportadores japoneses, e pela crise governamental no Japão.
Neste contexto de estabilização das taxas de juro e de possíveis descidas em 2024, no mercado da dívida, o rendimento das obrigações a dez anos continuava hoje a descer para mínimos de seis meses, com o da obrigação alemã a cair para 2,068%.
O barril de petróleo Brent para entrega em fevereiro de 2024 abriu hoje em alta, a cotar-se a 76,68 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, contra 76,61 dólares na quinta-feira.
A nível cambial, o euro abriu a desvalorizar-se no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,0973 dólares, contra 1,1005 dólares na quinta-feira e 1,0462 dólares em 03 de outubro, um mínimo desde dezembro de 2022.














