
Relativamente à inflação subjacente (que compreende o índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos também houve uma aceleração com uma variação de 5,0%, face a 3,8% em março.
O índice referente aos produtos energéticos disparou para 26,7%, face a 19,8% no mês precedente, e foi o nível mais elevado desde maio de 1985. Já o dos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 9,4%, face a 5,8% em março.
Em cadeia, a variação mensal do IPC foi de 2,2% face a 2,5% no mês anterior.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) registou uma variação homóloga de 7,4%, também um máximo recorde desde que os dados começaram a ser recolhidos, em 1996.
Este é um aumento de 1,9 pontos percentuais face ao mês anterior e inferior em 0,1 pontos percentuais ao valor estimado pelo Eurostat para a Zona Euro.
A variação em cadeia do IHPC foi de 2,4% em comparação com 2,6% no mês anterior.














