A Comissão Europeia aprovou na quinta-feira, juntamente com outros países, a ajuda direta às empresas mais afetadas pelo aumento acentuado dos preços da energia causados pela guerra que a Rússia iniciou na Ucrânia, e Portugal é um dos países que vai avançar já.
O ‘Expresso’ avança que o primeiro-ministro português, António Costa, optou por dar apoios diretos às empresas, uma das novidades da próxima proposta de Orçamento do Estado para 2022, de forma que se consigam continuar a operar.
Apesar dos pedidos das confederações patronais para o regresso do lay-off simplificado, o governo recusou explicando que a crise que enfrentamos neste momento não é uma crise de procura como a enfrentada durante a pandemia, pois são as empresas que enfrentam dificuldades de produção devido ao aumento dos preços das matérias-primas.
O semanário especifica que os setores das empresas em causa serão o da cerâmica, da siderurgia e do vidro.














