A Google e Microsoft colocaram um ponto final num acordo concertado para acabar com os confrontos jurídicos e as divergências públicas que tinham em curso, o que já levou a uma escalada de acusações e decisões questionáveis.
Em 2015, a Microsoft tentou reinventar o seu modelo de negócio, depois de a sua tentativa de entrar no mercado de telemóvel com o Windows Phone ter fracassado, além de estar a passar por uma fraca onda de vendas dos seus computadores.
Assim, Satya Nadella tentou orientar o negócio da empresa para os serviços, tendo lançado as suas aplicações em plataformas de terceiros como a Google, além de desenvolver dispositivos como o Surface Duo em colaboração com o Google.
O referido pacto foi terminado em abril deste ano, depois de um documento de não prorrogação ter sido assinado por uma das partes, de acordo com o ‘Financial Times’.
O presidente da Microsoft, Brad Smith, criticou publicamente a Google durante a polémica sobre as novas regulamentações na Austrália, acusando-o de “monopolizar” com publicidade online.
Mas a verdadeira razão por trás dessa rutura nas relações seria a alta pressão de reguladores e governos contra as práticas monopolistas no setor da tecnologia.
A Microsoft escapou à maioria dessas investigações.













