Veículos autónomos substituem voos domésticos?

Poderão os veículos autónomos ter influência direta no panorama global dos transportes? A resposta, de acordo com o vice-presidente de estratégia da Audi e da área digital da marca, Sven Schuwirth, é sim. Em declarações ao Dezeen, este responsável indicou que a tecnologia autónoma será capaz de alterar o mundo dos transportes num prazo até 20 anos. Segundo Schuwirth, o principal meio afetado será a aviação doméstica, com este responsável a indicar que os veículos autónomos irão transformar significativamente a visão geral dos voos domésticos e dos hotéis, uma vez que os autónomos poderão permitir até que os passageiros possam dormir dentro dos seus carros enquanto viajam para o seu destino. Ou seja, uma combinação de dois-em-um, com um automóvel e hotel ao mesmo tempo. “Assim que decidirmos que queremos viajar de forma autónoma ou em condução pilotada, então algo acontece no teu carro, pelo que o interior do veículo se transforma”, explica Schuwirth, lembrando as possibilidades de transformação que o habitáculo pode oferecer num modo autónomo. Daqui a duas décadas, refere Schuwirth, de forma muito otimista, os veículos poderão passar a ser pequenos hotéis móveis, suportados em grande parte pelas estações de serviço que assumirão um outro papel no…

Pedro Junceiro

condução autónoma audi Poderão os veículos autónomos ter influência direta no panorama global dos transportes? A resposta, de acordo com o vice-presidente de estratégia da Audi e da área digital da marca, Sven Schuwirth, é sim. Em declarações ao Dezeen, este responsável indicou que a tecnologia autónoma será capaz de alterar o mundo dos transportes num prazo até 20 anos. Segundo Schuwirth, o principal meio afetado será a aviação doméstica, com este responsável a indicar que os veículos autónomos irão transformar significativamente a visão geral dos voos domésticos e dos hotéis, uma vez que os autónomos poderão permitir até que os passageiros possam dormir dentro dos seus carros enquanto viajam para o seu destino. Ou seja, uma combinação de dois-em-um, com um automóvel e hotel ao mesmo tempo. “Assim que decidirmos que queremos viajar de forma autónoma ou em condução pilotada, então algo acontece no teu carro, pelo que o interior do veículo se transforma”, explica Schuwirth, lembrando as possibilidades de transformação que o habitáculo pode oferecer num modo autónomo. Daqui a duas décadas, refere Schuwirth, de forma muito otimista, os veículos poderão passar a ser pequenos hotéis móveis, suportados em grande parte pelas estações de serviço que assumirão um outro papel no transporte rodoviário.]]>

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