A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com o BCP a cair 1,59% para 1,02 euros.
Cerca das 09:10 em Lisboa, o PSI baixava 0,40% para 9.097,11 pontos, com 12 empresas a descer, três a subir e uma a manter a cotação (EDP Renováveis em 13,87 euros).
Às ações do BCP seguiam-se as da Jerónimo Martins e Teixeira Duarte, que desciam 1,22% para 16,26 euros, 1,14% para 5,66 euros e 0,92% para 0,92 euros.
A Altri, Mota-Engil e REN também se desvalorizavam, designadamente 0,64% para 4,66 euros, 0,58% para 4,48 euros e 0,54% para 3,66 euros.
A Semapa e a Sonae cediam 0,49% para 20,3 euros e para 0,47% para 2,12 euros, e as outras três empresas que desciam de cotação eram a Navigator (-0,44% para 3,14 euros), Corticeira Amorim (-0,31% para 6,35 euros) e a NOS (-0,16% para 4,97 euros).
Em sentido contrário, a Galp, Ibersol e EDP avançavam 0,70% para 20 euros, 0,44% para 9,14 euros e 0,35% para 4,53 euros, respetivamente.
Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em baixa, focadas de novo no conflito no Médio Oriente e no preço do petróleo, que continua a subir, ao que se junta o dado de inflação e a apresentação de resultados nos EUA.
O euro valoriza-se 0,08% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1390 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.
No início da sessão, o preço do petróleo continua a subir seguindo a tendência de segunda-feira ao intensificar-se o conflito entre os EUA e o Irão.
O Irão lançou hoje novos ataques contra a Jordânia e o Bahrein, sem vítimas mortais confirmadas até agora, em resposta à última ofensiva dos Estados Unidos contra o país persa, que durou cerca de cinco horas e atingiu sistemas de defesa de Teerão.
Assim, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 2,76% para 85,66 dólares.
Quanto aos futuros dos índices norte-americanos, registam uma descida de 0,24% para o Dow Jones e uma subida de 0,45% para o Nasdaq.
Nos EUA, hoje começa a temporada de publicação de resultados trimestrais em Wall Street com os grandes bancos norte-americanos, JPMorgan Chase, Bank of America, Goldman Sachs, Wells Fargo e Citigroup, enquanto no âmbito macroeconómico, a principal referência será a publicação da inflação homóloga de junho nos EUA, depois de ter disparado 4,2% em maio, o nível mais alto desde abril de 2023, impulsionado pelo aumento dos preços da energia devido à guerra no Irão.
Além disso, o novo presidente do Fed, Kevin Warsh, comparecerá perante o Comité de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes para apresentar o Relatório Semestral de Política Monetária e na Europa, também se espera uma comparecência da presidente do BCE, Christine Lagarde.













