PSI em alta com EDP Renováveis a liderar os ganhos e a subir mais de 4%

A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência da abertura e negociava ‘a verde’ com a EDP Renováveis a liderar os ganhos, a subir 4,16% para 9,27 euros.

Executive Digest com Lusa

A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência da abertura e negociava ‘a verde’ com a EDP Renováveis a liderar os ganhos, a subir 4,16% para 9,27 euros.

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Cerca das 09:35 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e avançava 1,21% para 6.791,72 pontos, com 11 ‘papéis’ a subir, dois a descer (Jerónimo Martins, -0,10% para 19,96 euros, e Galp, -0,07% para 15,04 euros) e dois a manter a cotação (CTT em 6,97 euros e Semapa em 15,76 euros).

Às ações da EDP Renováveis seguiam-se as da EDP, BCP e NOS, que avançavam 2,01% para 3,10 euros, 1,49% para 0,56 euros e 1,45% para 3,85 euros.

Com a mesma tendência, as ações da Mota-Engil, REN e Sonae subiam 0,87% para 3,03 euros, 0,82% para 2,47 euros e 0,53% para 0,96 euros.

As ações da Corticeira Amorim e Altri valorizavam-se 0,49% para 8,19 euros e 0,33% para 6,09 euros.

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As outras duas ações que subiam eram as da Ibersol e Navigator, designadamente 0,24% para 8,48 euros e 0,06% para 3,28 euros.

As principais bolsas europeias negociavam hoje em terreno misto com Frankfurt a subir, mas cautelosas, à espera da análise dos resultados das eleições alemãs, em que a CDU de Friedrich Merz venceu e poderá coligar-se com os sociais-democratas.

O conservador Friedrich Merz, cujo partido, a União Democrata-Cristã (CDU) e a sua congénere bávara, a União Social Cristã (CSU), venceram as eleições legislativas de domingo na Alemanha, poderá finalmente governar em grande coligação com os sociais-democratas, depois de a Aliança Sahra Wagenknecht (BSW), populista de esquerda, ter sido certificada como não tendo sido eleita para a Câmara Baixa.

A AfD, de extrema-direita foi a segunda força mais votada no domingo na Alemanha.

Além dos resultados na Alemanha, os mercados estão a prestar especial atenção à reunião de hoje entre o Presidente dos EUA, Donald Trump, e o Presidente francês, Emmanuel Macron, num contexto de crescente fricção entre os parceiros de ambos os lados do Atlântico devido às ameaças tarifárias do novo ocupante da Casa Branca.

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Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE discutem em Bruxelas a forma de alargar o apoio militar à Ucrânia e aprovam novas sanções contra a Rússia no terceiro aniversário da invasão russa do país.

Hoje, o gigante chinês do comércio eletrónico Alibaba anunciou um investimento de pelo menos 380 mil milhões de yuans (49.783 milhões de euros) em inteligência artificial (IA) e infraestruturas de computação em nuvem.

Na sexta-feira passada, a Bolsa de Nova Iorque fechou ‘a vermelho’ e registou a pior queda até agora este ano, com os três índices a perderem cerca de 2%, com os investidores preocupados com o abrandamento da economia e a inflação.

No mercado da dívida, os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, desciam para 2,463%, contra 2,469% na sessão anterior.

No mercado das matérias-primas, o preço do petróleo Brent para entrega em abril, a referência na Europa, baixava para 74,36 dólares, contra 74,43 dólares na sexta-feira.

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O ouro subia 0,17% para 2.941,50 dólares por onça, enquanto a bitcoin, a criptomoeda mais popular do mercado, recuava 0,34%, para 95.444 dólares.

O euro estava a subir, a cotar-se a 1,0478 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, contra 1,0458 dólares na sexta-feira e 1,0218 dólares em 13 de janeiro, um mínimo desde 10 de novembro de 2022.

 

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