Para as startups o futuro do trabalho é híbrido e flexível

Conclusões surgem na segunda edição do relatório “Startup Map”, desenvolvido pela everis NTT DATA.

Inês Amado

Uma grande parte das startups em Portugal tem preferência por modelos de trabalho híbridos, de acordo com informação reunida na segunda edição do relatório “Startup Map”, desenvolvido pela everis NTT DATA.

“74% das startups tem preferência por modelos de trabalho híbridos, 50% perspetivam um modelo de trabalho flexível e metade quer manter o modelo de utilização dos escritórios. As restantes pretendem redefinir o espaço do escritório, enquanto outras tencionam utilizar o escritório apenas em momentos-chave”, é revelado no mesmo documento que analisa a forma como startups a operar em Portugal estão a evoluir nos seus modelos de trabalho e de gestão de equipas, no período pós-pandemia.



Contudo, existem dúvidas quanto à perceção da produtividade dos colaboradores num regime remoto; a capacidade de equilibrar verdadeiramente a vida pessoal, familiar e profissional e a forma como esta realidade se vai aplicar nos espaços de trabalho.

O relatório indica ainda que algumas startups estão a ponderar avançar com compensações salariais aos colaboradores em regime de trabalho remoto, enquanto outras ponderam aumentos salariais a colaboradores em modelo presencial.

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