Miguel Alves é o novo CFO do Banco Português de Fomento

Miguel Alves é o novo Chief Financial Officer (CFO) do Banco Português de Fomento, assumindo funções a partir de 2 de março de 2026 e passando a integrar a Comissão Executiva do banco. O gestor transita do Fundo Europeu de Investimento (FEI).

André Manuel Mendes
Fevereiro 26, 2026
12:02

Miguel Alves é o novo Chief Financial Officer (CFO) do Banco Português de Fomento, assumindo funções a partir de 2 de março de 2026 e passando a integrar a Comissão Executiva do banco.

O gestor transita do Fundo Europeu de Investimento (FEI), onde desempenhou responsabilidades na gestão de instrumentos financeiros, com intervenção nas dimensões de capital, garantias e projetos de investimento.



“A entrada do Miguel Alves para Chief Financial Officer representa um reforço claro da ambição e da capacidade do Banco Português de Fomento. Com a sua experiência institucional no Grupo BEI-FEI, aliada ao trabalho de diplomacia de vários Países e vários Governos e à capacidade multilingue de interação em várias geografias, será um CFO com visão de negócio global, com impacto nos resultados, com reforço da nossa competitividade e com foco nas Empresas e na Economia”, explica Gonçalo Regalado, CEO do Banco Português de Fomento.

Miguel Alves é detentor da certificação CFA Charter e conta com mais de uma década de experiência no Fundo Europeu de Investimento, no Luxemburgo. Durante esse período, esteve envolvido na gestão de instrumentos financeiros num montante superior a 22,5 mil milhões de euros, abrangendo as áreas de capital, garantias e projetos de investimento.

Com 36 anos, o novo CFO é licenciado em Economia pela Universidade de Coimbra e realizou formações complementares nas Universidades de Harvard e da London School of Economics (LSE).

“O ano de 2025 foi muito desafiante para o Banco Soberano de Portugal e 2026 trará novos desafios aos quais é preciso dar resposta com dinamismo e capacidade, através de uma gestão financeira rigorosa e eficiente, assegurando que os instrumentos financeiros chegam de forma eficaz à economia real e promovem o crescimento sustentável das Empresas e do nosso país”, afirma Miguel Alves.

 

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