O ex-presidente do Sport Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira, e o empresário e agente de jogadores, Jorge Mendes, tiveram ao todo 13 números de telefone sob escuta, no âmbito da investigação aos negócios do futebol associados ao FC Porto.
Segundo o ‘Correio da Manhã’ (CM), Vieira teve na investigação sete números de telefone sob escuta, ao passo que Jorge Mendes teve seis. Também o próprio presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, e o filho Alexandre tiveram cada um três números sob escuta.
Mas não foram os únicos a estar nesta situação, adianta o jornal, destacando também que outros dois agentes de futebol, Bruno Macedo e Pedro Pinho, tiveram números de telemóvel sob escuta, quatro e dois, respetivamente e ainda os filhos de Vieira, com dois números sob escuta cada um.
Em causa para a investigação inicial estavam operações financeiras realizadas entre empresas de Pedro Pinho e o FC Porto, abrangendo também mais tarde, negócios semelhantes entre Bruno Macedo e Vieira.
As autoridades centraram-se primeiramente em esquemas suspeitos de gerarem vantagens indevidas para os agentes e os dirigentes desportivos em detrimento dos clubes e do Estado.
Depois de 2019 as investigações foram autonomizadas, ganhando os seus próprios nomes: a operação Cartão Vermelho diz respeito a Vieira e a vários negócios do Benfica, e a operação Prolongamento abrangerá Pinto da Costa e outros dirigentes do clube e vários negócios do FC Porto.






