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ISEG Executive Education: motor de desenvolvimento

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As prioridades para 2020 passam por reforçar as áreas de formação mais importantes para os profissionais e organizações. através de soluções costumizadas e protocolos assinados, a instituição quer ser um motor do desenvolvimento do país.

A velocidade de transformação do Mundo e dos mercados leva a uma necessidade constante de formação, nas mais diversas áreas. Nunca o lifelong learning fez tanto sentido como agora. A pensar nas respostas a esses desafios o ISEG Executive Education tem apostado e continua a apostar em temas centrais para as organizações, como a Gestão, as Finanças e os Recursos Humanos, mas também trazendo as áreas estratégicas para as organizações no contexto actual e futuro.

Como são a transformação digital, a data science e a sustentabilidade, apoiados em parcerias muito importantes, como com o Técnico+ para a vertente da engenharia dos dados, World Economic Forum para o foresight e a Grace e Sair da Casca na área da sustentabilidade. A formação para executivos deve ser um pilar estratégico assumido pelas empresas?

«Sem dúvida! O sucesso das empresas está cada vez mais dependente do know-how dos profissionais, ao nível de skills técnicos concretos, mas também ao nível de soft skills fundamentais para uma liderança mais eficaz e capaz de captar e reter talento. Ao nível das direcções, mas também dos gestores de linha. A resposta a estes diferentes estímulos, exigências e mudanças de paradigma só poderá ser conseguida com uma formação contínua, que permita a plasticidade de adaptar conceitos ao que o Mundo requer, com a velocidade de mudança que o vem caracterizando», explica Luís Cardoso, presidente do ISEG Executive Education.

O ISEG Executive Education tem adequado a formação às preocupações dos líderes compreendendo os desafios actuais do mercado e olhando o futuro, procurando criar os cursos executivos, pós-graduações e MBA que permitam a aquisição de ferramentas fundamentais para um desempenho superior das organizações e profissionais. Somado isto ao desenvolvimento de um portefólio forte e alinhado com as necessidades das organizações, tirando partido do excelente corpo docente que tem. As soluções customizadas de formação, que permitem a co-criação com as empresas, têm sido uma estratégia muito eficaz de responder a essas preocupações.

No último mês, a instituição arrancou com cursos customizados para a VW Group Services, Fujitsu e Fidelidade, que responderam às preocupações específicas dos seus líderes. DESAFIOS PARA 2020 No âmbito dos MBA, pós-graduações e formação de executivos, Luís Cardoso, não tem dúvidas: «O desafio é criar a melhor solução para os profissionais e empresas.

No caso do MBA, que implica investimento de tempo e financeiro dos participantes, realizámos uma profunda transformação no programa, ao nível da área de Personal & Leadership Development e acrescentando cinco streams centrais para os líderes do futuro, Global Futures, Entrepreneurship & Innovation, Technology Disruption, Design & Agility e Sustainability, Governance & Ethics, que aumentam o valor acrescentado do programa, em conjunto com as parcerias, como são o Instituto Superior Técnico, o World Economic Forum, a Startup Lisboa, a Universidade de São Francisco, a Academia da Força Aérea Portuguesa e o Copenhagen Institute for Future Studies.»

Nas pós-graduações, que são programas mais procurados por profissionais a título individual para projectar a sua carreira e adquirir competências para as funções futuras que pretendem desempenhar, o responsável acrescenta: «Temos uma marca com sucesso e estamos a trabalhar na inovação da oferta e evolução das pós-graduações já existentes.

Lançámos pós-graduações, como Capital Humano & Gestão do Talento, Digital Technologies for Management e Auditoria, Risco e Cibersegurança. Ao nível da formação de cursos executivos, estamos focados em trazer programas inovadores que respondam às necessidades actuais e futuras do mercado, apoiados em parcerias que acrescentem valor a cada um dos programas, como são o Técnico+, Google Cloud Services, Unbabel, Feedzai e Revolut no curso Data Science: na immersive overview, a Google, Konica Minolta e PHD Media no Leading Digital Strategy, a P&A Associados, Grupo Multipessoal e Amazon Webservices no Boosting Business Productivity With Agile, entre outros.»

Sobre os modelos de ensino que estão a funcionar melhor, a resposta, segundo Luís Cardoso, é «depende». E este depende aponta para uma análise multifactorial, uma vez que são diversos os aspectos a levar em consideração quando se selecciona um programa de inscrição aberta ou um programa customizado.

Os programas de inscrição aberta destinam-se a participantes dos diversos backgrounds e indústrias, interessados em saber mais sobre um tema comum. Uma das principais vantagens prende-se com o networking, uma vez que grupos multi-sectoriais e com experiências diversas alargam a rede de contactos dos participantes, bem como a largura de banda dos conhecimentos adquiridos. Por outro lado, os programas à medida permitem focar numa realidade comum e, por isso, tendem a ser mais curtos, mais focados e promovem o espírito de equipa e a cultura da organização. «Tipicamente são também mais simpáticos em termos de pricing.

Mas, tal pressupõe que a organização cliente tenha massa crítica de participantes, ou seja, um grupo alargado de pessoas com uma mesma necessidade. Em termos logísticos, calendário, horário e local de realização os programas abertos estão pré-definidos e os participantes ajustam a agenda ao estipulado. No caso dos programas customizados, estas variáveis são flexíveis em função das necessidades da empresa e dos colaboradores. Atendendo a estes aspectos, haverá uma resposta mais indicada para cada caso. Não se pode daí inferir que um modelo de ensino seja superior ao outro, apenas que naquela situação concreta resolve melhor a necessidade apresentada», acrescenta o presidente do ISEG Executive Education.

NOVOS PROGRAMAS

Já em Março arrancará mais uma edição do Futures, Strategic Design & Innovation, que é mais uma referência na criação de cenários e Design Thinking. Em Abril arrancará o Boosting Organizational Performance: O Papel do Controlo de Gestão, coordenado pela Professora Sofia Lourenço, doutorada em Harvard e que trará casos de estudo de Harvard para o programa. «Temos, depois, um mês de Maio com vários cursos a arrancarem. A área das vendas será coberta por dois cursos, o B2B Sales Performance e o B2C Sales Performance, que visam responder às especificidades do seu segmento.

O Sustainable Finance: green and climate finance, com o apoio do Ministério do Ambiente, focado nas finanças sustentáveis, e o Sustainability: A Corporate Journey, em co-autoria com a Grace e Sair da Casca na área dos modelos de negócio sustentáveis, contemplando o governance, impacto social e ambiental das organizações. Ainda em Maio, o Data Science – An Immersive Overview, em co-autoria com o Técnico+, para preparar os quadros superiores para usarem os dados. Ainda em Maio acontecerá o Boosting Business Productivity With Agile, preparando os quadros superiores para a mudança cultural nas organizações», avança.

Para o responsável, «as prioridades para este ano são reforçar o portefólio com as áreas mais importantes para os profissionais e organizações, estar cada vez mais próximo das empresas e organizações que compõem o nosso tecido empresarial, através das soluções customizadas de formação e de protocolos assinados, e sermos um motor, através da formação, de desenvolvimento do nosso País»

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