
Um pneu furado não representa apenas um mas vários problemas, desde mudá-lo ao gasto que acarreta comprar um novo. Uma equipa de investigação alemã e finlandesa está a trabalhar num projeto que promete tentar resolver este problema com um pneu constituído por uma borracha mais resistente capaz de se regenerar em oito dias.
As universidades de Dresden na Alemanha e de Tampere, na Finlândia, em parceria com o Instituto de Investigação de Polímero de Leibniz, revelam que o segredo para esta tecnologia reside numa técnica que excluí a vulcanização do processo de produção da borracha.
O processo de vulcanização é utilizado tradicionalmente para atribuir a durabilidade que é característica nos pneus, embora prejudique a sua elasticidade. Ao excluir este passo na produção de pneus, a equipa de investigação descobriu que a utilização de carbono e nitrogénio, leva a que a borracha ganhe “extraordinárias propriedades de regeneração” sem comprometer a durabilidade e elasticidade necessária.
No entanto, esta borracha ainda só foi experimentada em situação de laboratório, embora tenha sido exposta a altas pressões, 20 vezes maiores do que aquelas a que um pneu atual é exposto.
Apesar de não ser uma solução imediata, e que não elimina o conceito de pneu sobresselente, esta descoberta pode significar um aumento relevante do tempo de vida dos pneus.
Investigadores alemães criam pneu que se regenera
Um pneu furado não representa apenas um mas vários problemas, desde mudá-lo ao gasto que acarreta comprar um novo. Uma equipa de investigação alemã e finlandesa está a trabalhar num projeto que promete tentar resolver este problema com um pneu constituído por uma borracha mais resistente capaz de se regenerar em oito dias. As universidades de Dresden na Alemanha e de Tampere, na Finlândia, em parceria com o Instituto de Investigação de Polímero de Leibniz, revelam que o segredo para esta tecnologia reside numa técnica que excluí a vulcanização do processo de produção da borracha. O processo de vulcanização é utilizado tradicionalmente para atribuir a durabilidade que é característica nos pneus, embora prejudique a sua elasticidade. Ao excluir este passo na produção de pneus, a equipa de investigação descobriu que a utilização de carbono e nitrogénio, leva a que a borracha ganhe “extraordinárias propriedades de regeneração” sem comprometer a durabilidade e elasticidade necessária. No entanto, esta borracha ainda só foi experimentada em situação de laboratório, embora tenha sido exposta a altas pressões, 20 vezes maiores do que aquelas a que um pneu atual é exposto. Apesar de não ser uma solução imediata, e que não elimina o conceito de…

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