
A General Motors e a Honda uniram-se para desenvolver veículos movidos a hidrogénio há cerca de dois anos. Desde então, os parceiros conseguiram reduzir de forma significativa o tamanho, o peso e o custo da “pilha” de hidrogénio, aquela que se acredita ser a forma de combustível sustentável do futuro, não emitindo quaisquer gases poluentes para a atmosfera.
Charlie Freese, director-executivo do departamento de engenharia das células de combustível a hidrogénio da GM, explicou à Automotive News que a próxima geração de baterias está actualmente a ser desenvolvida em laboratório. Em números, o representante adianta que o peso baixou quase para metade assim como o tamanho, mas é nos custos de produção e desenvolvimento que surgem os grandes ganhos.
Questionado face à decisão da marca parceira, Freese explicou que seria muito complicado para a GM desenvolver projectos sustentáveis nesta área de forma isolada, pelo que a escolha da Honda foi simples: “A GM é a marca número 1 no mundo em termos de patentes de célula de combustível. A Honda é a número 2. Ao juntar as nossas forças, temos o mais amplo portefólio de patentes no mercado. E essa é uma forma de integrar ideias novas e frescas de ambas as partes no projecto”, garante.
Na prática, a parceria funciona à base da discussão e do diálogo constante com colaboradores de ambas as empresas a trocarem de local de trabalho durante o tempo de desenvolvimento. “Tenho engenheiros da Honda sentados na minha empresa e vice-versa”, acrescenta Freese, para quem a ideia da parceria passa por “ter um único componente entre as duas companhias. Assim, teremos escala [de produção] e poderemos reduzir o custo do desenvolvimento”.
Honda e GM revelam progressos na sua parceria a 'hidrogénio'
A General Motors e a Honda uniram-se para desenvolver veículos movidos a hidrogénio há cerca de dois anos. Desde então, os parceiros conseguiram reduzir de forma significativa o tamanho, o peso e o custo da “pilha” de hidrogénio, aquela que se acredita ser a forma de combustível sustentável do futuro, não emitindo quaisquer gases poluentes para a atmosfera. Charlie Freese, director-executivo do departamento de engenharia das células de combustível a hidrogénio da GM, explicou à Automotive News que a próxima geração de baterias está actualmente a ser desenvolvida em laboratório. Em números, o representante adianta que o peso baixou quase para metade assim como o tamanho, mas é nos custos de produção e desenvolvimento que surgem os grandes ganhos. Questionado face à decisão da marca parceira, Freese explicou que seria muito complicado para a GM desenvolver projectos sustentáveis nesta área de forma isolada, pelo que a escolha da Honda foi simples: “A GM é a marca número 1 no mundo em termos de patentes de célula de combustível. A Honda é a número 2. Ao juntar as nossas forças, temos o mais amplo portefólio de patentes no mercado. E essa é uma forma de integrar ideias novas e frescas de…
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