Como já é habitual, às segundas-feiras, a Direção Geral da Saúde (DGS) atualiza, no seu boletim de saúde sobre a Covid-19, a incidência acumulada de casos da Covid-19 a 14 dias. E desta feita, contempla o período compreendido entre os dias 24 de fevereiro e 9 de março.
A DGS divide os concelhos em sete níveis de incidência, consoante o número de casos e o risco de representam: Abaixo de 20,0; entre 20,0 e 59,9; entre 60,0 e 119,9; entre 120,0 e 239,9; entre 240,0 e 479,9; entre 480 e 959,9 e, por último, acima de 960.
No nível «extremamente elevado», o máximo de contágio, está apenas um município, mas trata-se de uma acumular de casos devido a um atraso na sua notificação, o que mostra uma clara tendência de desaceleração da pandemia.
Nas tabelas é possível observar que o concelho com a taxa de incidência a 14 dias mais elevada atualmente é o Funchal, na Madeira, com 1.128 infeções a 14 dias, mas que resulta de um atraso na notificação dos casos. «Os dados devem ser interpretados atendendo ao atraso entre diagnóstico e notificação verificado no período em análise», ressalva a DGS.
Destacam-se ainda quatro que se encontram no segundo nível de maior risco, «muito elevado», na semana passada eram oito. Segue-se assim Câmara de Lobos, Porta do Sol, com 640, Santa Cruz com 576, Ponta do Sol com 640 e Serpa a registar 517 infeções.
No lado oposto, com incidência mais baixa estão 47, mais 11 do que na semana passada. Exemplos disso são municípios localizados na Região Autónoma dos Açores, nomeadamente Calheta, Lajes das Flores, Lajes do Pico e São Roque do Pico, todos com zero infeções a 14 dias.
Consulte aqui a lista completa com a incidência a 14 dias por município:






