Fortuna dos 12 mais ricos dos EUA salta 40% e atinge o bilião de dólares

A fortuna combinada dos 12 homens mais ricos dos Estados Unidos da América ultrapassou, pela primeira vez, o marco de um bilião de dólares.

Executive Digest

A fortuna combinada dos 12 homens mais ricos dos Estados Unidos da América ultrapassou, pela primeira vez, o marco de um bilião de dólares (cerca de 840 mil milhões de euros). Nomes como Jeff Bezos (Amazon), Bill Gates (Microsoft) e Elon Musk (Tesla) fazem parte desta lista, segundo adianta o Institute for Policy Studies.

«Este é um marco perturbador na história dos EUA de poder e riqueza concentrada», afirma Chuck Collins, director do instituo responsável pelo estudo que dá conta deste número. «Isto é simplesmente demasiado poder económico e político nas mãos de 12 pessoas», acrescenta o responsável, referindo ainda que se assemelha a uma oligarquia.

A justificar parte deste cenário está a pandemia de COVID-19 que, de acordo com o Institute for Policy Studies, impulsionou um aumento de 40% na fortuna combinada destes 12 homens. Desde que o novo coronavírus chegou, a riqueza deste grupo aumentou 283 mil milhões de dólares.

Entre os 12, Elon Musk tem sido o que mais ganha com a crise sanitária, uma vez que a sua fortuna triplicou para 73 mil milhões de dólares. Porém, o primeiro lugar da lista é ocupado por Jeff Bezos, com mais de 180 mil milhões de dólares no banco.

Seguem-se Bill Gates, Mark Zuckerberg (Facebook), Warren Buffett (Berkshire Hathaway), Elon Musk, Steve Ballmer (Microsoft), Larry Ellison (Oracle), Larry Page (Google), Sergey Brin (Google), Alice Walton (Walmart), Jim Walton (Walmart) e Rob Walton (Walmart).

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«A fortuna total da Oligarquia dos Doze é maior do que o PIB da Bélgica e da Áustria combinado», afirma ainda Omar Ocampo, investigador do Institute for Policy Studies. Citado pelo MarketWatch, explica que, «entretanto, dezenas de milhões de americanos estão desempregados ou a viver ordenado a ordenado». Além disso, sublinha, 170 mil pessoas morreram na sequência da COVID-19 só nos EUA.

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