Um novo estudo, sugeriu a aplicação de uma defesa generalizada do organismo, em que as vacinas foram apresentadas como chave, mas onde poderia haver uma certa ‘educação’ do sistema imunológico contra o coronavírus, segundo o ‘elEconomista’.
O estudo, realizado pela Universidade Ludwig-Maximilians de Munique, abriu caminho para descobrir a forma como o sistema imunológico pode aprender a defender-se com um determinado número de exposições, contra a proteína viral do pico da Covid-19.
Publicado na revista Nature, o relatório indica que para educar o sistema imunológico são necessárias três exposições, que seriam capazes de gerar anticorpos eficazes tanto contra a Ómicron, como contra outras variantes que possam surgir no futuro.
Por outras palavras e concretamente, bastaria a vacinação completa contra a Covid-19, mais uma dose de reforço ou ter recuperado da doença em algum momento para estar completamente imunizado.
“Este estudo longitudinal é especialmente entusiasmante, porque podemos acompanhar a evolução da resposta imune ao longo do tempo contra o vírus e após a vacinação”, apontaram os autores da pesquisa.
Por isso, é tão importante uma alta geração de anticorpos – baseados em vacinas, ou vindos da infeção natural – já que estes seriam capazes, na maioria dos casos, de neutralizar o pico contagioso da Covid-19 a partir dessa terceira exposição.
Em suma, trata-se de uma imunidade criada com a qual o organismo seria ‘educado’ para apresentar uma resposta mais eficaz contra a Ómicron e qualquer variante que surgisse no futuro, concluem os cientistas.









