A EDP, depois de obter todas as autorizações regulatórias, acaba de fechar a compra da Viesgo por 2.700 milhões de euros e avança agora para a integração das duas empresas, num processo que deverá estar concluído, no máximo, dentro de cem dias, segundo avança o espanhol ‘elEconomista’.
A elétrica portuguesa, liderada em Espanha por Rui Teixeira, termina assim a ‘operação Miró’ que lhe permite ganhar peso no negócio da distribuição ao mesmo tempo que reforça a sua presença nas energias renováveis.
Este acordo inclui todos os ativos da empresa de origem cantábrica, entre os quais distribuidoras de energia elétrica com mais de 695.000 pontos de abastecimento, com 31.411 quilómetros de rede, num total de 500 MW de geração renovável e duas fábricas de geração térmica em processo de desmantelamento com encerramento previsto antes de 2021 e com quase 1 GW de potenciais direitos de acesso à rede.
A nova empresa que emerge deste acordo manterá as três marcas dos distribuidores e incorporará o presidente da Viesgo, Miguel Antoñanzas, como representante da Macquarie no conselho de administração.













