O Salão de Nova Iorque, que se realizará de 10 a 19 de abril e, a par do Salão de Detroit, é um dos maiores dos EUA com mais de um milhão de visitantes, perde assim as três marcas alemãs de luxo de uma assentada.
O que poderá indiciar o princípio do fim – tanto deste salão em particular, como das exposições em que os carros são o tema principal. Se as marcas não têm interesse em participar num Salão – porque isso implicará sempre gastar “rios de dinheiro”, justificam – que interesse terá uma pessoa em deslocar-se a um certame com poucas novidades?
Neste caso concreto do Salão de Nova Iorque, tanto a Audi como a BMW e a Mercedes justificam a ausência com a decisão de poupar – mas não explicam se isso não terá consequências nos seus números, já que o mercado norte-americano é bastante importante para estas marcas premium.
No ano passado, a Audi justificou a deslocação a Nova Iorque por estar a comemorar os 50 anos de presença no mercado local. Mas, para os organizadores do certame, existe ainda a possibilidade de a marca dos quatro anéis vir a estar presente através da associação dos concessionários, com custos e uma presença de dimensão muito inferior.
Mark Schienberg, responsável pela entidade organizadora do Salão de Nova Iorque, entretanto reagiu e afirmou estar convencido que o espaço previsto para os três fabricantes de luxo alemães será preenchido – o que poderá acontecer, é certo, mas com outras marcas…













