Depois de a empresa norte-americana de fabrico de equipamentos agrícola Deere & Co., ter aumentado em fevereiro, no relatório anual de 2021 a previsão de lucros, uma vez que prevê um aumento das margens causado pelos aumentos dos preços e uma procura sólida por tratores e veículos de colheira, reportou no mais recente trimestre um aumento do lucro.
Na altura, o CEO John May falou no futuro dizendo que esperava “que a procura por equipamentos agrícolas e de construção continue a beneficiar dos fundamentais fortes.”
Na mais recente divulgação de resultados, a que a ‘Reuters’ teve acesso, confirmou-se a maior procura por estes equipamentos e acrescentou-se um ambiente de preços robustos, o que levou a que o maior fabricante mundial de equipamentos agrícolas conseguisse compensas as pressões inflacionistas dos custos.
A crise causada pela guerra na Ucrânia no mercado de cereais aumentou a disparidade entre a oferta e a elevada procura e fez com que os agricultores se sentissem pressionados a produzir mais e a fazer melhorias nos seus equipamentos que já pudessem estar envelhecidos. Isto, numa altura em que a Deere aumentou os preços.
Sobre perspetivas para o total do ano, a empresa prevê que os ganhos fiquem entre o intervalo mais reduzido de 7,0 mil milhões e 7,2 mil milhões de dólares (6,9 mil milhões e 7,09 mil milhões de euros), face as previsões anteriores de 7,0 mil milhões a 7,4 mil milhões de dólares (6,9 mil milhões e 7,29 mil milhões de euros).
O lucro líquido foi de 1,88 mil milhões de dólares (1,85 mil milhões de euros) no trimestre em análise, que terminou a 31 de julho, face aos 1,67 mil milhões de dólares (cerca de 1,64 mil milhões de euros) do período homólogo.
As vendas registaram um aumento de cerca de 22% para 14,1 mil milhões de dólares (cerca de 13,9 mil milhões de euros).














