Comércio tradicional com prova de fogo até Orçamento

Com os apoios concedidos a perderem fôlego, e sem novos à vista, muitas empresas têm pela frente meses decisivos para a sua sobrevivência.

Revista de Imprensa

O comércio tradicional, que, ao longo de quase dois anos, aguentou o impacto da pandemia, entra em 2022 com um novo teste à sobrevivência.

Com os apoios a esgotarem-se, os casos de isolamento devido à covid-19 a aumentar e a faturação a encolher, os próximos tempos, até à chegada do Orçamento do Estado ou de novas medidas para o setor, antecipam-se decisivos, diz o ‘Jornal de Negócios’.



“Temos receio que muitas empresas não consigam superar os próximos quatro a cinco meses”, admite a Presidente da União de Associações do Comércio e Serviços da Região de Lisboa e Vale do Tejo, Carla Salsinha, à mesma fonte. É altura de ter uma estratégia para o setor do comércio na cidade de Lisboa, mas que olhe para cada bairro de acordo com as suas características.

Ajudar as lojas, sobretudo as mais pequenas, a chegar à montra da Internet e investir na formação empresarial, através da criação de um gabinete de defesa do comerciante, para os ajudar em todas as vertentes, como fazer uma reclamação, num formato diferente do apoio jurídico institucional, são algumas das apostas.

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