CEO da Mercedes prevê que escassez de chips se arraste até 2023

O CEO da Mercedes-Benz, Ola Källenius, prevê que a escassez global de semicondutores possa durar durante todo o ano de 2022 e que se possa arrastar até 2023. “A situação dos semicondutores está muito presente e será um desafio para a indústria ao longo deste ano e no próximo ano”.

André Manuel Mendes

O CEO da Mercedes-Benz, Ola Källenius, prevê que a escassez global de semicondutores possa durar durante todo o ano de 2022 e que se possa arrastar até 2023. “A situação dos semicondutores está muito presente e será um desafio para a indústria ao longo deste ano e no próximo ano”.

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Durante a conferência Reuters Automotive Europe que decorre em Munique, Ola Källenius admitiu que, apesar da volatilidade do mercado, a construtora ainda tem uma forte carteira de pedidos. “Ainda não vimos nenhum sinal de que a procura está a dirigir-se para sul”, afirmou.

Källenius afirmou ainda o papel preponderante da Mercedes na cadeia de abastecimento do setor, com um “papel mais ativo” desde a origem das matérias primas, à medida que o setor avança para a transição para os veículos elétricos.

O CEO da Mercedes desvendou ainda que poderá levar cerca de uma década para fazer a transição das fábricas de motores da construtora para fabricar apenas carros totalmente elétricos.

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