BFA primeiro banco angolano com correspondência com o norte-americano Citibank

O Banco de Fomento Angola (BFA) tornou-se no primeiro banco angolano a estabelecer uma relação de correspondência bancária e a abrir uma conta em dólares junto do norte-americano Citibank, anunciou hoje a instituição financeira.

Executive Digest com Lusa

O Banco de Fomento Angola (BFA) tornou-se no primeiro banco angolano a estabelecer uma relação de correspondência bancária e a abrir uma conta em dólares junto do norte-americano Citibank, anunciou hoje a instituição financeira.

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O BFA descreve, em comunicado, a operação como «um marco histórico na sua estratégia de internacionalização», tornando-se no primeiro banco angolano a estabelecer esta ligação com «uma das maiores instituições financeiras do mundo e um dos principais bancos dos Estados Unidos».

Esta nova relação, descreve o comunicado, «fortalece a capacidade do BFA para apoiar os seus clientes, empresas e investidores, criando possibilidades para pagamentos internacionais, comércio externo e fluxos financeiros globais, bem como novas oportunidades de negócio, de relacionamento com instituições e parceiros internacionais».

«Ao estabelecer esta relação, o Citibank passa a disponibilizar a sua infraestrutura e rede internacional para suportar o processamento de operações do BFA, reforçando a capacidade do banco para acompanhar e facilitar os fluxos financeiros dos seus clientes entre Angola, os Estados Unidos e o resto do mundo», refere o comunicado.

O estabelecimento desta relação representa, segundo a instituição, «um importante sinal de confiança na solidez, governação, controlo de risco, ‘compliance’ (cumprimento de regras) e capacidade para operar de acordo com os mais elevados padrões do sistema financeiro internacional».

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Segundo o BFA, «este marco reforça a ambição do banco de assumir um papel cada vez mais relevante na ligação entre a economia angolana e os principais centros financeiros internacionais».

«É uma conquista para o BFA, um marco na internacionalização da banca angolana e um passo para aproximar Angola do sistema financeiro global», refere.

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