BCP e Galp puxam Bolsa de Lisboa para alta ligeira

A bolsa de Lisboa estava hoje em alta ligeira, a manter a tendência da abertura, com o BCP e a Galp a subirem 3,59% para 0,15 euros e 2,37% para 9,49 euros, respetivamente.

Executive Digest com Lusa

A bolsa de Lisboa estava hoje em alta ligeira, a manter a tendência da abertura, com o BCP e a Galp a subirem 3,59% para 0,15 euros e 2,37% para 9,49 euros, respetivamente.

Cerca das 09:20 em Lisboa, o principal índice da bolsa, o PSI20, avançava 0,07% para 5.453,72 pontos, com três ‘papéis’ a subirem, nove a descerem e sete a manter a cotação (Corticeira Amorim em 11,56 euros, Ibersol em 5,64 euros, Novabase em 4,83 euros, Navigator em 3,02 euros, Ramada em 5,88 euros, Semapa em 11,92 euros e Sonae em 0,91 euros).

Os títulos da Nos também subiam, designadamente 0,34% para 3,53 euros.

Em sentido contrário, as ações da EDP Renováveis, CTT e REN eram as que mais se desvalorizavam, estando a cair 1,10% para 21,56 euros, 1,05% para 4,72 euros e 0,97% para 2,55 euros.

Na Europa, as principais bolsas estavam hoje a negociar em baixa, numa sessão condicionada pelos máximos do preço do petróleo e a subida dos juros da dívida soberana e durante a qual os investidores estarão pendentes dos bancos centrais.

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Os juros da dívida dos Estados Unidos estavam hoje a subir para 1,5%, um máximo desde junho.

Analistas da IG, citados pela Efe, afirmam que os investidores continuam a assimilar as perspetivas de que a Reserva Federal dos EUA (Fed) vai começar a endurecer a política monetária mais cedo, num contexto de crescimento mais lento e de um aumento da inflação.

Neste sentido, hoje os investidores estão muito pendentes da evolução do preço do petróleo e do impacto de uma subida no aumento dos preços.

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No caso do Brent, de referência na Europa, o barril já ultrapassou a barreira dos 80 dólares, um novo máximo desde outubro de 2018.

Mesmo assim, o mercado vai estar focado nas declarações dos presidentes da Fed e do Banco Central Europeu (BCE).

O presidente da Fed, Jerome Powell, comparecerá hoje numa comissão do Senado dos EUA para falar sobre as medidas adotadas para travar a deterioração económica provocada pela pandemia e espera-se que reitere a ideia de que o fim dos estímulos está próximo, ainda que será feito de forma gradual, e a primeira subida das taxas de juro só avançará em finais de 2022 ou 2023.

Entretanto, a presidente do BCE, Christine Lagarde, abrirá o fórum anual da instituição.

A bolsa de Nova Iorque terminou mista na segunda-feira, com o Dow Jones a subir 0,21% para 34.869,37 pontos, contra o atual máximo desde que foi criado em 1896, de 35.625,40 pontos, verificado em 16 de agosto.

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Em sentido contrário, o Nasdaq fechou a desvalorizar-se 0,52% para 14.969,97 pontos, contra o atual máximo de 15.374,33 pontos registado em 07 de setembro.

A nível cambial, o euro abriu em baixa no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,1677 dólares, um mínimo desde 03 de novembro de 2020, contra 1,1702 dólares na segunda-feira e o atual máximo desde maio de 2018, de 1,2300 dólares, em 05 de janeiro.

O barril de petróleo Brent para entrega em novembro abriu em alta no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 80,34 dólares, um máximo desde outubro de 2018, contra 79,53 dólares na segunda-feira.

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