
Conforme a tecnologia autónoma vai sendo desenvolvida, também as formas de a piratear vão sendo criadas. Recentemente, um investigador americano descobriu que é possível ‘confundir’ veículos sem condutor através do envio de informações falsas para os sensores que permitem a análise do ambiente que rodeia o automóvel.
Jonathan Petit percebeu que era possível enviar sinais falsos aos sensores LIDAR, utilizados neste tipo de veículos, que davam ao sistema a informação de que estariam por perto automóveis “falsos” e outros objetos através de lasers.
O que é então preciso para confundir um carro autónomo?
Um laser de baixa potência, um aparelho de computação básico, segundo o site Autoblog, e esperar pelo momento certo. Segundo o investigador, é possível criar objetos a 100 metros do automóvel assim como apresentar várias cópias destes objetos imaginários.
Estes entraves serão com certeza analisados pelos fabricantes que já apostam em veículos autónomos sendo que este estratagema funcionará apenas até ao momento em que os sensores LIDAR forem encriptados. Assim, este tipo de situações leve-nos a entender o longo caminho que a indústria terá de percorrer para assegurar a eficácia desta tecnologia.
Automóveis sem condutor "enganados" por lasers
Conforme a tecnologia autónoma vai sendo desenvolvida, também as formas de a piratear vão sendo criadas. Recentemente, um investigador americano descobriu que é possível ‘confundir’ veículos sem condutor através do envio de informações falsas para os sensores que permitem a análise do ambiente que rodeia o automóvel. Jonathan Petit percebeu que era possível enviar sinais falsos aos sensores LIDAR, utilizados neste tipo de veículos, que davam ao sistema a informação de que estariam por perto automóveis “falsos” e outros objetos através de lasers. O que é então preciso para confundir um carro autónomo? Um laser de baixa potência, um aparelho de computação…
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