As reformas prioritárias

Por Ricardo Florêncio
ricardo.florencio@multipublicacoes.pt

No quarto questionário do barómetro Executive Digest, publicado nesta edição de Fevereiro, uma das questões que foi levantada prendia-se com a prioridade das reformas em Portugal.

Assim foi apresentado um leque alargado de opções para que fosse escolhida qual a reforma a que se deve dar primazia.

Penso que, sem surpresa, a larga maioria das respostas dos nossos participantes no painel apontou para quatro grandes áreas – a reforma da Justiça, da Educação, da regulação laboral e a reforma da Segurança Social.

Talvez a maior surpresa seja a não inclusão da reforma do Sistema Nacional de Saúde neste leque de primeiras opções. Os resultados agora apresentados deverão ser entendidos como uma boa base de partida para reflexão dos nossos diversos órgãos de soberania.

Interessa agora detalhar um pouco mais, no sentido de haver uma clara objectividade com as reformas que se apontam como prioritárias. Assim, no próximo barómetro, cujos resultados e comentários serão apresentados na edição de Março, questionamos o nosso painel sobre cada uma destas reformas acima enumeradas e, por nossa iniciativa, juntamos a reforma do Sistema Nacional de Saúde, por uma razão muito simples: com o envelhecimento da população portuguesa prevista para os próximos tempos, esta será certamente uma área que irá sofrer uma grande pressão.

Desafiamos assim os nossos leitores a uma análise aos resultados e comentários deste quarto questionário publicado nesta edição, assim como ao seu detalhe a publicar na edição de Março da Executive Digest.

 

Editorial publicado na revista Executive Digest n.º 143 de Fevereiro de 2018

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