O AESE Executive MBA assume-se como uma referência na formação de executivos em Portugal. Rigor académico, desenvolvimento pessoal e forte componente de liderança humanista são centrais para a definição e atualização constante do programa.
Para Agostinho Abrunhosa, director do AESE Executive MBA, o factor diferenciador do programa está na sua capacidade de transformar líderes, ajudando-os a pensar de forma mais estratégica, a decidir com maior discernimento e a assumir um impacto mais consciente nas organizações.
O Método do Caso, as semanas internacionais em Barcelona, Lisboa e Tóquio, o acompanhamento personalizado e a integração transversal da Inteligência Artificial (IA) são alguns dos pilares de um programa pensado para profissionais experientes que procuram, mais do que progressão na carreira, deixar uma marca duradoura nas organizações e na sociedade.
Qual é o factor diferenciador do AESE Executive MBA?
O que distingue o AESE Executive MBA é a combinação consistente entre desenvolvimento pessoal profundo, rigor académico e impacto real. Na AESE Business School, o MBA promove o desenvolvimento de competências e o conhecimento, como um processo de transformação. A atenção pessoal, o Método do Caso, a experiência do corpo docente, a exigência intelectual e a forte ligação às empresas fazem com que cada participante termine o programa a pensar de forma mais estratégica, com melhor julgamento e maior consciência do seu papel enquanto líder. Acresce a isto uma identidade clara de liderança humanista e ética, que continua a ser lidera um traço distintivo da AESE Business School no contexto nacional e internacional.
O Método do Caso e as semanas internacionais em Barcelona e Tóquio são atractivos adicionais?
O Método do Caso é uma peça incontornável do AESE Executive MBA: obriga os participantes a reflectir, a tomar decisões reais e a defendê- las, em contextos de incerteza, com informação incompleta e sob pressão, exactamente como acontece na vida real. Não se trata de conhecer as respostas certas, mas de aprender no processo e exercitar o decidir melhor. A dimensão internacional complementa este processo. As semanas internacionais – em Lisboa, Barcelona e Tóquio – expõem os participantes a outras culturas de gestão, mercados e estilos de liderança. Essa exposição alarga horizontes e ajuda a relativizar práticas que, muitas vezes, tomamos como universais. Para muitos participantes, estas semanas são momentos de viragem na forma como encaram a sua carreira e o seu papel nas organizações.
O AESE Executive MBA é destinado a líderes inconformistas que procuram ter um impacto real, amplo e duradouro nas organizações. Isto traduz-se em quê?
Falamos de líderes que não se contentam com gerir o dia-a-dia. São líderes que questionam, que querem fazer melhor, que procuram deixar uma marca positiva e duradoura nas organizações e na sociedade. No AESE Executive MBA, desafiamos os participantes a sair da zona de conforto, a confrontarem-se com perspectivas diferentes e a elevarem o nível de exigência consigo próprios.
Esse inconformismo traduz-se em impacto real: decisões mais ponderadas, organizações mais bem lideradas e uma visão mais responsável e completa do papel do gestor.
Por que razão colocam como destinatários os profissionais com média de 37 anos e cerca de 12 anos de experiência profissional?
Porque é nesta fase intermédia da carreira que o MBA pode ser mais transformador. Profissionais com cerca de 12 anos de experiência já viveram decisões difíceis, já lidera ram pessoas e enfrentaram dilemas reais. Isso enriquece a discussão em aula e torna o Método do Caso mais poderoso. Ao mesmo tempo, estão numa fase em que ainda têm muito caminho pela frente – 20 ou 30 anos de vida activa –, o que lhes permite capitalizar o investimento no AESE Executive MBA. A média etária não é um critério rígido, mas reflecte o momento em que o impacto do programa pode ser maior.
Têm registado um aumento nas inscrições femininas com o objectivo de progredirem na carreira?
Sim. Muitas destas profissionais procuram o programa como plataforma para acelerar a progressão, ganhar maior visibilidade e reforçar a sua confiança enquanto líderes. A diversidade de perspectivas que isso traz à sala de aula é extremamente positiva. A AESE Business School beneficia turmas mais equilibradas, porque a qualidade do debate e da aprendizagem colectiva melhora significativamente.
Existe um acompanhamento personalizado de cada participante?
Esse é um dos pilares do AESE Executive MBA. Através da direcção de programa, dos professores tutores de grupo, do executive coaching individual e de career advisory, cada participante tem espaço para reflectir sobre o seu percurso, as suas ambições e os seus pontos de desenvolvimento. Num programa com profissionais experientes, isto faz toda a diferença: não estamos a formar gestores “em série”, mas sim líderes com trajectórias únicas. Este acompanhamento permite alinhar melhor o investimento no MBA com os objectivos pessoais e profissionais de cada um, potenciando o impacto do programa muito para além da sala de aula.
Como são abordadas as potencialidades da IA na óptica da gestão?
No AESE Executive MBA, a IA não é tratada como um tema isolado, mas sim como uma dimensão da gestão moderna. Os participantes trabalham casos e situações onde a IA influencia decisões em áreas como estratégia, marketing, operações, finanças ou inovação. As competências que desenvolvem passam por saber interpretar dados, formular as perguntas certas, compreender riscos e limitações da tecnologia e, sobretudo, liderar equipas e organizações que usam IA de forma responsável e ética. A decisão continua a ser humana.
No geral, como podem os gestores tirar melhor partido da IA?
Os gestores tiram melhor partido da IA quando a encaram como uma ferramenta de apoio ao julgamento, e não como um substituto da responsabilidade de decidir ou do pensamento crítico. A IA é extraordinária a processar informação, sintetizar e a gerar opções, mas não define prioridades, não gere pessoas, e não assume consequências.
Um diplomado do AESE Executive MBA aprende essa distinção: usar a tecnologia para aumentar a qualidade das decisões, preservando aquilo que é insubstituivelmente humano – o discernimento, os valores e o sentido de propósito. É essa combinação que procuramos formar e que continua a diferenciar os seus líderes.
Testemunhos:
Isabel Escarigo Managing Director da Human Talent – Serviços de Consultoria. «Frequentar o AESE Executive MBA teve um impacto decisivo na forma como encaro a liderança, a estratégia e o crescimento empresarial. A metodologia prática, centrada na discussão de casos reais, ajudou-me a desenvolver uma visão mais estruturada da gestão e da tomada de decisão. Foi também determinante para ganhar a confiança necessária para criar o meu próprio negócio. 15 anos depois, continuo a reconhecer no percurso da empresa a influência das aprendizagens e da visão estratégica adquiridas na AESE.»
Paulo Manique, General Manager Europe da BUSUP. «Em 2024, concluí o AESE Executive MBA, uma das decisões mais relevantes que tomei para o meu percurso profissional. A metodologia do Método do Caso coloca-nos perante situações reais, com informação incompleta e decisões difíceis, exactamente como acontece no dia-a-dia de qualquer gestor. O confronto de perspectivas em sala, com colegas de contextos muito diversos, é por si só um enorme valor acrescentado. Destaco, também, um corpo docente nacional e internacional de excelência. Recomendo vivamente este programa.» Participantes do AESE Executive MBA
Este artigo faz parte do Caderno Especial “MBA, Pós-graduações & formação de executivos”, publicado na edição de Maio (n.º 242) da Executive Digest.



