
A Associação dos Construtores Europeus de Automóveis (ACEA) pediu à Comissão Europeia que adie o objectivo de emissões de dióxido de carbono para automóveis novos vendidos no mercado europeu.
A Comissão Europeia (CE) está actualmente a discutir quais os limites de emissões a impor para 2025, mas os fabricantes esperam que a meta entre os 68 e 78 gkm em estudo pela CE seja adiada para 2030, ou seja, cinco anos mais tarde do que o originalmente discutido, segundo a Automotive News Europe. Neste momento, a União Europeia já estabeleceu a meta de 95 g/km até 2021, menos 35 g/km do que o limite actualmente em vigor.
A ACEA admite que “poderá não ser possível” ir ao encontro destes números, de acordo com documentos a que a Automotive News Europe teve acesso. Para que tal, aquela entidade aponta para a necessidade de apostar em motores Diesel mais eficientes e em automóveis eléctricos e híbridos. “Isto poderá não ser possível devido à actual campanha contra o Diesel e a falta de apoio a nível europeu e nacional ao nível da electrificação”, afirma a ACEA, no mesmo documento.
Nos últimos 20 anos, os fabricantes diminuíram em 34% as emissões dos veículos novos e atingem agora um limite no que concerne os motores de combustíveis fósseis. A associação pede assim que se aposte nas infraestruturas para carregamento de eléctricos assim como em maiores incentivos.
ACEA pede adiamento das novas metas de emissões
A Associação dos Construtores Europeus de Automóveis (ACEA) pediu à Comissão Europeia que adie o objectivo de emissões de dióxido de carbono para automóveis novos vendidos no mercado europeu. A Comissão Europeia (CE) está actualmente a discutir quais os limites de emissões a impor para 2025, mas os fabricantes esperam que a meta entre os 68 e 78 gkm em estudo pela CE seja adiada para 2030, ou seja, cinco anos mais tarde do que o originalmente discutido, segundo a Automotive News Europe. Neste momento, a União Europeia já estabeleceu a meta de 95 g/km até 2021, menos 35 g/km do que o limite actualmente em vigor. A ACEA admite que “poderá não ser possível” ir ao encontro destes números, de acordo com documentos a que a Automotive News Europe teve acesso. Para que tal, aquela entidade aponta para a necessidade de apostar em motores Diesel mais eficientes e em automóveis eléctricos e híbridos. “Isto poderá não ser possível devido à actual campanha contra o Diesel e a falta de apoio a nível europeu e nacional ao nível da electrificação”, afirma a ACEA, no mesmo documento. Nos últimos 20 anos, os fabricantes diminuíram em 34% as emissões dos veículos novos e atingem…
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