Marcelo: «Nós portugueses conseguimos ter um comportamento exemplar»

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, visitou esta quinta-feira o Oceanário de Lisboa, aproveitando a ocasião para referir que os portugueses «conseguiram ter um comportamento exemplar» durante a fase de confinamento, mantendo-o até agora.

Simone Silva

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, visitou esta quinta-feira o Oceanário de Lisboa, aproveitando a ocasião para referir que os portugueses «conseguiram ter um comportamento exemplar» durante a fase de confinamento, mantendo-o até agora.

O responsável considera que «não foi preciso coagir os portugueses, obrigar as pessoas a ficar em casa», refere dizendo que simultaneamente, «Portugal foi um exemplo de uma economia que não parou», ao contrário de outras.

No que diz respeito ao processo de desconfinamento, Marcelo refere que existiu uma «maturidade cívica para dar passos seguros, com cautela na reabertura da vida económica e social», dizendo que os portugueses estão a saber compatibilizar a passagem deste desconfinamento, com muito «equilíbrio», que remete para uma «sabedoria de muitos anos de história».

Marcelo revela que o país terá de enfrentar «um combate que já começou à crise económica e mundial, definindo linhas a curto e médio prazo» e sublinha o importante papel da União Europeia (UE) na crise que se vive actualmente. «Quanto maior for o consenso em Portugal em torno da realidade europeia, melhor», isto porque «grande parte desta crise passa pela UE», afirmou

No âmbito da sua visita ao Oceanário, o responsável refere que a economia azul tem que ter um papel para além da retoma, para que Portugal assuma a posição de líder, que deve assumir. «Não há no mundo muitos como nós a ter este mar», refere, acrescentando que «os oceanos são uma vocação natural do nosso país».

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Relativamente à retoma da cultura, o Presidente da República manifestou a sua importância no panorama português, dizendo que vai ouvir com a maior atenção todos os profissionais do sector, que se encontram hoje até às 19 horas numa vigília, na luta pelos seus direitos.

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