Alentejo 2030 com 1ME para apoiar infraestruturas e equipamentos científicos

O programa Alentejo 2030 lançou um concurso para apoiar investimentos em infraestruturas e equipamentos científicos no Alentejo, com uma dotação indicativa de um milhão de euros, revelou hoje a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).

Executive Digest com Lusa

O programa Alentejo 2030 lançou um concurso para apoiar investimentos em infraestruturas e equipamentos científicos no Alentejo, com uma dotação indicativa de um milhão de euros, revelou hoje a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).

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Em comunicado, a CCDR do Alentejo explicou que o aviso de concurso se denomina “SACCCT: Infraestruturas e Equipamentos Científicos”, decorrendo as candidaturas até ao próximo dia 30 de setembro.

A iniciativa visa reforçar a capacidade científica e tecnológica regional, promovendo a investigação, a inovação e a transferência de conhecimento alinhadas com as necessidades das empresas e da sociedade.

“São elegíveis projetos que contemplem investimentos em infraestruturas e equipamentos científicos, incluindo equipamentos técnico-científicos, recursos digitais, arquivos e bases de dados científicas, sistemas computacionais e de programação que promovam o acesso aberto digital ao conhecimento”, precisou o organismo regional.

Cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) a uma taxa máxima de 85%, este apoio “enquadra-se na estratégia regional de especialização inteligente do Alentejo”.

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O objetivo passa por “fomentar projetos que contribuam para o desenvolvimento dos domínios prioritários identificados pelo Conselho de Inovação da Região do Alentejo”.

Essas áreas são, por exemplo, bioenergia e valorização dos resíduos, produção sustentável e ambiente, economia circular, saúde, intervenção e inovação social e educacional, e valorização do território e dos recursos endógenos.

Também estão integrados os domínios da mobilidade e logística, turismo sustentável, digitalização da economia e das empresas, energias renováveis, agricultura sustentável e indústrias criativas e culturais, enumerou a CCDR.

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