A integração do novobanco no Groupe BPCE marca o início de uma nova etapa para a instituição financeira, que assegura manter a proximidade aos clientes enquanto reforça a capacidade de investimento, inovação e apoio à economia portuguesa. A garantia foi deixada pelo CEO do banco, Mark Bourke, que afirma que a operação permite combinar o conhecimento do mercado nacional com a dimensão de um dos maiores grupos bancários da Europa.
Segundo o responsável, a integração não altera a identidade do banco nem a gestão local, mas acrescenta “uma proposta de valor mais forte” para famílias e empresas. “Somos o mesmo novobanco, agora com uma proposta de valor mais forte”, sublinha em entrevista publicada pela instituição financeira.
Para as famílias, Bourke refere que a nova fase permitirá acelerar o investimento em inovação, melhorar a experiência dos clientes e desenvolver soluções financeiras mais ajustadas às suas necessidades, mantendo a proximidade como um dos pilares da instituição.
Já no segmento empresarial, o CEO considera que a integração no Groupe BPCE reforça a capacidade do banco para apoiar projetos de investimento, internacionalização, inovação e transformação das empresas, beneficiando da escala internacional do grupo francês sem perder o conhecimento da economia portuguesa.
“As empresas beneficiam da combinação entre um banco que conhece profundamente a economia portuguesa e a escala internacional do Groupe BPCE”, sublinha.
A proximidade continuará, segundo o responsável, a ser uma das principais marcas do novobanco. Bourke garante que o banco pretende manter relações de longo prazo com os clientes, conjugando o atendimento presencial com soluções digitais “cada vez mais simples, eficientes e acessíveis”.
O responsável destaca ainda os resultados alcançados no primeiro semestre de 2026, que considera demonstrarem “a consistência do percurso” seguido pela instituição. O novobanco registou um resultado líquido de 367 milhões de euros, uma rentabilidade (RoTE) de 17,1% e um rácio de capital CET1 de 19,2%.
Na atividade comercial, o crédito a clientes cresceu 5,9% face ao final de 2025, enquanto os depósitos aumentaram 4,2%. A originação de crédito atingiu os 3,4 mil milhões de euros no semestre e a quota de mercado global subiu para 9,4%, mais 0,1 pontos percentuais do que no final do ano passado.














