O recorde da leiloeira Cabral Moncada foi em 2016. Um aquário em porcelana chinesa do séc. XVIII, que teve uma base de licitação de 12 mil euros, foi vendido a um chinês por 640 mil. Anos mais tarde, em Dezembro de 2019, a leiloeira vendeu por 175 mil euros um biombo chinês de doze folhas (238×552 centímetros) do séc. XVII. Ambas as peças eram de colecções particulares.
Segundo a “Sábado”, uma das apostas mais seguras para investir é em peças pequenas de Vhils. Num leilão de Dezembro estava à venda na leiloeira Palácio do Correio Velho uma peça composta «por cartazes recolhidos na rua, esculpidos manualmente e cortados a lazer». Era uma obra de 2015, que tinha uma base de 20 mil euros e foi arrematada por 49 mil. Em 2018, uma serigrafia de Vhils, que pertencia a uma série numerada – era a nº 2 de 300 – foi vendida por 1.200 euros.
Joana Vasconcelos é também uma boa aposta, aponta a revista. Por exemplo, as pequenas esculturas em faiança e as peças que tem desenhada em parceria com a Bordalo Pinheiro passam facilmente os 10 mil euros em Portugal.













