Bill Gates comprou iate de 590 milhões de euros a hidrogénio? Afinal, era ‘fake news’

Bill Gates, presidente da Microsoft e o segundo homem mais rico do mundo, teria comprado um super-iate luxuoso por 588 milhões de euros. Mas, ao que tudo indica, é uma notícia falsa.

Executive Digest

Bill Gates, presidente da Microsoft e o segundo homem mais rico do mundo, teria comprado um super-iate luxuoso por 588 milhões de euros. Mas, ao que tudo indica, é uma notícia falsa.

Os holandeses da Sinot, empresa responsável pelo Aqua, o primeiro iate movido a hidrogénio do mundo, quebrou o silêncio nesta segunda-feira e esclareceu que não possui qualquer «relacionamento comercial» com Gates.

O iate, que tem cerca de 112 metros de comprimento, é totalmente movido a hidrogénio e foi apresentado no ano passado na feira de iates do Mónaco pela empresa holandesa de Sinot. Tem capacidade para 14 convidados e 31 tripulantes. Vai contar com cinco decks, heliporto, spa, ginásio e piscina. Consegue atingir velocidades de 17 nós (cerca de 32 quilómetros por hora) e percorrer cerca de 6.000 quilómetros – o suficiente para fazer uma viagem de Londres a Nova Iorque sem necessidade de reabastecer. Deverá estar concluído em 2024.

Embora não seja o comprador, há muito que Bill Gates mostra interesse por por combustíveis alternativos aliados a tecnologias de ponta, com o objectivo de combater as emissões da indústria e dos transportes que, em conjunto, representam 75% da pegada de carbono do mundo.

Multimilionário não financiou instituto que patenteou o novo Coronavírus

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No início do mês, a Fundação Bill e Melinda Gates negou qualquer relação com a disseminação do coronavírus e o registro de uma patente do novo vírus em 2014, depois de um artigo publicado no website «Natural News» e que rapidamente se tornou viral entre vários blogues e redes sociais.

«Acredite ou não a mutação de coronavírus que actualmente está se espalhando por toda a China e no exterior é um vírus patenteado que pertence a uma entidade chamada The Pirghright Institute, que é parcialmente financiada pela Fundação Bill e Melinda Gates», pode ler-se no artigo. A acompanhar este artigo surge uma imagem distorcida que transforma Gates num demónio de olhos vermelhos.

Seis horas de trabalho, quatro dias por semana

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No início do ano, os media internacionais veicularam a notícia de que a primeira-ministra finlandesa, Sanna Marin, estaria a preparar uma proposta de redução do horário de trabalho.

De acordo com a notícia partilhada pela directora de comunicação do executivo finlandês, Paivi Anttikoski, e publicada no jornal independente finlandês “News Now Finland” , a alegada novidade é mentira.  «Não só estas propostas não estão incluídas no programa político do governo finlandês como múltiplas fontes do governo disseram ao News Now Finland esta segunda-feira que não está sequer no horizonte», escreve o jornal.

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