Lloyd Austin, secretário de Estado de Defesa dos EUA, manteve, este domingo, uma chamada telefónica com o seu homólogo israelita, Yoav Gallant, na qual pediu que os líderes do Hamas sejam responsabilizados “pela execução imoral” de seis reféns, encontrados mortos este fim de semana num túnel sob a cidade de Raffah, em Gaza.
“Austin transmitiu as suas mais profundas condolências às famílias de todos os reféns assassinados e expressou a sua indignação pela execução cruel, ilegal e imoral nas mãos do Hamas. O secretário afirmou que os líderes do Movimento de Resistência Islâmica devem ser responsabilizados pelos seus crimes”, apontou o Pentágono, em comunicado.
O chefe do Pentágono também expressou as suas condolências pela morte de três agentes da polícia israelita numa ataque à Cisjordânia, mostrando a sua preocupação com o aumento das “tensões e atividade terrorista” na zona. Na chamada telefónica, tanto Gallant como Austin mostraram o seu compromisso em alcançar um acordo de cessar-fogo que permita a libertação dos reféns ainda mantidos na Faixa de Gaza.
No mesmo dia, familiares dos seis reféns americanos que permanecem em Gaza mantiveram uma reunião telemática com o conselheiro da Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, que lhes garantiu que “os próximos dias serão vitais” para se chegar a um acordo de cessar-fogo.













