A rápida ascensão de Kamala Harris como sucessora do presidente Joe Biden, de 81 anos, como candidata presidencial democrata nas eleições de 5 de novembro abalou uma corrida presidencial ‘estagnada’, sendo que as sondagens mostram que tem diminuído a vantagem do ex-presidente Trump.
Diversas sondagens realizadas após Biden ter desistido da sua tentativa de reeleição no passado domingo, incluindo uma da ‘Reuters/Ipsos’, mostram que Harris e Trump iniciaram em pé de igualdade a sua disputa, preparando o terreno para uma campanha acirrada nos próximos três meses e meio.
De acordo com uma sondagem nacional do ‘New York Times/Siena College’ publicada esta quinta-feira, apontou que Harris reduziu o que era uma vantagem considerável de Trump: o ex-presidente estava à frente de Harris por 48% a 46% entre os eleitores registados, em comparação com uma vantagem de 49% a 41% sobre Biden no início de julho.
Embora os inquéritos nacionais forneçam sinais importantes do apoio americano aos candidatos políticos, um punhado de estados competitivos normalmente inclina a balança no Colégio Eleitoral dos EUA, que em última análise decide quem ganha as eleições presidenciais. Kamala Harris também recebeu boas notícias nesse sentido, quando o ‘Emerson College/The Hill’ publicou uma sondagem que concluiu que ela havia começado a diminuir a distância com Trump em cinco estados críticos: Arizona, Geórgia, Michigan, Pensilvânia e Wisconsin – o candidato republicano ainda lidera por pouco Harris em todos os estados, exceto Wisconsin, que está empatado, de acordo com a pesquisa com eleitores registados nesses estados.
Juntas, as sondagens sugerem que, embora Trump, de 78 anos, mantenha uma pequena vantagem, não viu o tipo de aumento de apoio após a Convenção Nacional Republicana da semana passada.







