
O grande objetivo do grupo Volkswagen para os próximos anos é recuperar a confiança dos seus clientes depois de em setembro ter sido divulgado que o grupo alemão falsificava os dados de emissões de óxido de azoto de 11 milhões de automóveis equipados com motores diesel. Quem o diz é Hans Dieter Poetsch, chairman do grupo VW, que discursou hoje numa conferência de imprensa na sede da empresa.
“Recuperar a confiança é a nossa prioridade e desafio principais”, afirmou o executivo que revelou ainda que as investigações levaram à conclusão de que as emissões aconteceram devido a três fatores: pela atitude de alguns colaboradores que “toleraram a quebra das regras”, pelas falhas individuais numa área da empresa e pelas falhas em processos que estão agora a ser revistos.
Poetsche revelou ainda que nove executivos foram suspensos, mas não adiantou se esse número irá subir num futuro próximo. Indo mais longe, este responsável do Grupo Volkswagen atribui as culpas do sucedido aos engenheiros que desenvolveram o motor EA 189, que não conseguiram ir ao encontro dos limites de emissões de veículos diesel nos EUA, tendo em conta o tempo e orçamento a estes atribuído. “Uma série de erros” e não um erro apenas, é assim que o chairman sumariza a situação.
Em abril, a Volkswagen irá apresentar as conclusões a que a consultora Jones Day chegará acerca deste caso, sendo esta empresa americana que está por trás do processo nos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, decorre uma investigação paralela levada a cabo internamente.
Chairman da VW: "Recuperar a confiança é a nossa prioridade"
O grande objetivo do grupo Volkswagen para os próximos anos é recuperar a confiança dos seus clientes depois de em setembro ter sido divulgado que o grupo alemão falsificava os dados de emissões de óxido de azoto de 11 milhões de automóveis equipados com motores diesel. Quem o diz é Hans Dieter Poetsch, chairman do grupo VW, que discursou hoje numa conferência de imprensa na sede da empresa. “Recuperar a confiança é a nossa prioridade e desafio principais”, afirmou o executivo que revelou ainda que as investigações levaram à conclusão de que as emissões aconteceram devido a três fatores: pela atitude de alguns colaboradores que “toleraram a quebra das regras”, pelas falhas individuais numa área da empresa e pelas falhas em processos que estão agora a ser revistos. Poetsche revelou ainda que nove executivos foram suspensos, mas não adiantou se esse número irá subir num futuro próximo. Indo mais longe, este responsável do Grupo Volkswagen atribui as culpas do sucedido aos engenheiros que desenvolveram o motor EA 189, que não conseguiram ir ao encontro dos limites de emissões de veículos diesel nos EUA, tendo em conta o tempo e orçamento a estes atribuído. “Uma série de erros” e não um erro apenas,…
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