Os postos de abastecimento vão passar a vender combustíveis simples, ou seja, gasóleo e gasolina sem aditivos, resultando em preços mais baixos e acessíveis para os consumidores.
A lei foi publicada a 16 de Janeiro e entrará em vigor já nesta quinta-feira, dia 16 de Abril, embora conte com muitos desagrados por parte das principais gasolineiras, que ainda não revelaram qual será o seu preço final.
O facto do combustível não ter aditivos, não é prejudicial ao automóve, embora se possa registar uma diminuição na performance e protecção do motor, conforme explica, em declarações à TSF, o porta-voz da Galp, Pedro Pereira: “O aditivo permite que o carro polua menos o ambiente, que gaste menos em manutenção e permite retirar melhor rentabilidade de cada litro de combustível, ou seja, com o mesmo número de litros consegue fazer mais quilómetros com o carro e protege o motor do automóvel”.
A Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (Apetro), que representa petrolíferas como a Galp, a BP, a Repsol ou a Cepsa, recusou-se a falar da legislação na semana anterior à sua entrada em vigor, recordando apenas o seu “desacordo”.]]>
Combustíveis sem aditivos estarão à venda a partir de quinta-feira
Os postos de abastecimento vão passar a vender combustíveis simples, ou seja, gasóleo e gasolina sem aditivos, resultando em preços mais baixos e acessíveis para os consumidores. A lei foi publicada a 16 de Janeiro e entrará em vigor já nesta quinta-feira, dia 16 de Abril, embora conte com muitos desagrados por parte das principais gasolineiras, que ainda não revelaram qual será o seu preço final. O facto do combustível não ter aditivos, não é prejudicial ao automóve, embora se possa registar uma diminuição na performance e protecção do motor, conforme explica, em declarações à TSF, o porta-voz da Galp, Pedro Pereira: “O aditivo permite que o carro polua menos o ambiente, que gaste menos em manutenção e permite retirar melhor rentabilidade de cada litro de combustível, ou seja, com o mesmo número de litros consegue fazer mais quilómetros com o carro e protege o motor do automóvel”. A Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (Apetro), que representa petrolíferas como a Galp, a BP, a Repsol ou a Cepsa, recusou-se a falar da legislação na semana anterior à sua entrada em vigor, recordando apenas o seu “desacordo”.]]>
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