
A Ferrari enfrenta uma maré de mudança com a sua produção a ser transferida para uma nova plataforma modular, sendo o primeiro resultado desta transformação a nova geração do Califórnia, prevista para 2017.
A estratégia, semelhante ao que o Grupo Volkswagen fez com a Porsche, tem como objectivo criar uma plataforma que consiga desenvolver modelos equipados com motores em posição dianteira ou traseira, segundo revela o site Automobile. O projecto visa o desenvolvimento de uma plataforma de alumínio que permitirá a montagem fácil de diferentes soluções de caixa, suspensões e motores de diversas especificações e performances.
Ainda que não existam certezas, é possível que esta plataforma seja escolhida para um novo Ferrari Dino assim como para a produção dos sucessores das gamas 488 GTB, FF e F12 Berlinetta. É ainda provável que continuem a ser feitos esforços de ‘downsizing’ dos motores da marca. No caso do Dino, por exemplo, espera-se um bloco V6 (uma arquitetura com um significado muito forte na Ferrari, tendo sido desenvolvida na sua primeira geração por Dino Ferrari, filho do fundador, Enzo) e para o sucessor do FF um bloco V8 em detrimento de um V12.
Contudo, há que salientar que o motor V12 será mantido nas gamas mais altas da marca italiana ainda que com tecnologia híbrida para que as emissões de C02 sejam reduzidas. Os mesmos futuros híbridos da Ferrari poderão também ter em vista um modo puramente eléctrico para distâncias curtas.
Ferrari investe em plataforma modular para futuros modelos
A Ferrari enfrenta uma maré de mudança com a sua produção a ser transferida para uma nova plataforma modular, sendo o primeiro resultado desta transformação a nova geração do Califórnia, prevista para 2017. A estratégia, semelhante ao que o Grupo Volkswagen fez com a Porsche, tem como objectivo criar uma plataforma que consiga desenvolver modelos equipados com motores em posição dianteira ou traseira, segundo revela o site Automobile. O projecto visa o desenvolvimento de uma plataforma de alumínio que permitirá a montagem fácil de diferentes soluções de caixa, suspensões e motores de diversas especificações e performances. Ainda que não existam certezas, é possível que esta plataforma seja escolhida para um novo Ferrari Dino assim como para a produção dos sucessores das gamas 488 GTB, FF e F12 Berlinetta. É ainda provável que continuem a ser feitos esforços de ‘downsizing’ dos motores da marca. No caso do Dino, por exemplo, espera-se um bloco V6 (uma arquitetura com um significado muito forte na Ferrari, tendo sido desenvolvida na sua primeira geração por Dino Ferrari, filho do fundador, Enzo) e para o sucessor do FF um bloco V8 em detrimento de um V12. Contudo, há que salientar que o motor V12 será mantido nas gamas…
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