72,1% dos portugueses já estão a cortar nas despesas mensais devido ao aumento dos preços, ditado pela guerra na Ucrânia, revelou esta quarta-feira o ‘Jornal de Negócios’, na sequência do barómetro de setembro da Intercampus, realizada para o jornal económico. Dos 606 inquiridos, apenas 25,7% garantiu não ter tomado medidas para conter os gastos.
Quando questionados sobre o tipo de despesas sujeitas a corte, a maioria dos inquiridos apontou para os bens e serviços considerados supérfluos.
A conclusão da sondagem apontou que os cuidados com as despesas já estão a afetar o dia a dia dos portugueses: houve 37% dos inquiridos que dizem ter diminuído a despesa em “bens de primeira necessidade de alimentação ou higiene”.
No topo da lista dos ‘cortes’ dos portugueses estão as idas aos restaurantes, opção apontada por 92,4% dos inquiridos. A seguir, surgem as despesas com roupa (89,7%), o entretenimento e diversão (88,3%) e as viagens (86%) – por último, 70,9% dos portugueses reconheceram ter cortado nos custos da energia e 48,1% nas despesas com comida.













