A Libra caiu, durante a sessão desta quarta-feira, 0,38%, para os 1,371 dólares. O euro caiu 0,01%, para os 1,16 dólares. Já o ouro ascendeu 0,02%, para os 1793,31dólares, enquanto a prata desceu 0,16%, para os 24,119 dólares.
Para a ActivTrades este movimento do dólar é “causado por uma subida das moedas relacionadas ao risco, com o dólar australiano até agora a demonstrar o melhor desempenho da sessão”.
“Os preços ao consumidor subiram mais do que o esperado na Austrália, durante o terceiro trimestre do ano. Com este aumento da inflação aumentará a pressão sobre o Royal Bank of Australia para apertar ainda mais as políticas monetárias, numa dinâmica que, provavelmente, continuará a suportar o dólar australiano”, acrescenta a corretora.
“Este é um cenário que se enquadra bem na narrativa que aponta para uma ampliação do campo de batalha entre aqueles que veem a inflação como transitória e os que acreditam que ela requer o abrandamento dos estímulos dos bancos centrais. Nos últimos meses, os Estados Unidos estiveram no centro deste campo de batalha, com os operadores de câmbio focados na Fed e na previsão de início da redução do atual programa de estímulos.
Contudo, outros bancos centrais estão agora sob os holofotes, à medida que a inflação se torna uma preocupação em todo o mundo, o que pode ser negativo para o dólar americano, à medida que outras moedas sobem”, remata a ActivTrades.
Contudo, outros bancos centrais estão agora sob os holofotes, à medida que a inflação se torna uma preocupação em todo o mundo, o que pode ser negativo para o dólar americano, à medida que outras moedas sobem”, remata a ActivTrades.
No que toca ao ouro, a entidade frisa que “os ganhos corporativos positivos têm apoiado a confiança dos investidores e impulsionado uma onda de apetite pelo risco que levou o S & P500 a atingir um novo recorde durante o dia de ontem”.
“Este cenário tende a ser negativo para o ouro, commodity que se sai melhor quando o risco está reduzido, devido ao seu status de porto seguro. Para juntar a tudo isto, também o aumento dos rendimentos dos títulos do Tesouro, à medida que os bancos centrais em todo o mundo começam a diminuir os estímulos, não cria um cenário positivo para o ouro “non-yielding””, esclarece.




