A execução orçamental dos primeiros oito meses deste ano publicada ontem pela Direção-geral do Orçamento que revela o défice, na ótica da contabilidade pública, leva o Dinheiro Vivo a concluir que o mesmo está “a cerca de um terço da meta anual que o ministro das Finanças estabeleceu no Orçamento do Estado para 2021 (OE2021”).
“No entanto, desde outubro de 2020, quando o OE2021 foi feito, a economia melhorou, o que tem ajudado a puxar mais pela receita a conter a despesa. Há vários sinais de que o défice pode ficar abaixo do inicialmente previsto”, acrescenta a publicação económica.
“Depois de uma primeira redução em termos acumulados até julho e também em termos mensais, o défice público de 2021 ficou estabilizado nos primeiros oito meses deste ano, ajudando a reforçar a ideia de que o governo pode conseguir entregar, no final deste ano, um défice igual ou mesmo inferior face às metas com que se comprometeu”, explica o Dinheiro Vivo.
O défice das Administrações Públicas até agosto atingiu os 6.878 milhões de euros em contabilidade pública.














